Fórum Romano

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domingo, 13 de maio de 2012

8˚ ano: A Revolução Francesa

Olá pessoal,


Para ajudar na tarefa revolucionária de criação do jornal, não deixem de assistir o vídeo que selecionei, deixei apenas a primeira parte, busquem as outras no youtube.



O conjunto de acontecimentos que se deram entre 5 de Maio de 1789 e 9 de Novembro de 1799 chama-se Revolução Francesa.
Estes acontecimentos alteraram o quadro político e social da França. em discussão estava o Antigo Regime e a autoridade do clero e da nobreza.
A revolução foi influenciada pelos ideais do Iluminismo e da Independência Americana (1776).
Este acontecimento foi considerado como a Revolução que deu inicio á Idade Contemporânea. Terminou a servidão e os direitos feudais na França e gritou-se pelos princípios universais de “ Liberdade, Igualdade, Fraternidade” ( Liberté, Egalité, Fraternité), frase de Jean Nicolas Pache.


Antes da revoluçao francesa havia três filósofos que de modo a defender as suas teorias decidiram escrever alguns livros.


Os três filósofos eram Rousseau, Montesquiet e Voltaire que quando escreveram os seus livros era com o objectivo de defender as igualdades do povo de modo a quando houvesse uma revolução por então essas ideias em curso.


Jean Jacques Rousseau - (28 de Junho de 1712, Genebra - 2 de Julho de 1778, Ermenonville, perto de Paris) foi um filósofo suíço, escritor, teórico político e um compositor musical autodidata. Uma das figuras marcantes do Iluminismo francês, Rousseau é também um precursor do romantismo.
Rousseau escreveu um livro chamado “Contrato Social” que defendia dois ideais: Vontade Geral que consistia que o povo convivesse sem conflitos dentro dos limites da liberdade de modo a que ninguém se sentisse inferiorizado.
Povo Soberano que tinha como objectivo o povo escolher os seus representantes políticos para participar na Assembleia.


François-Marie Arouet (21 de Novembro de 1694, Paris - 30 de Maio de 1778, Paris), mais conhecido pelo pseudónimo Voltaire, foi um poeta, ensaísta, dramaturgo, filósofo e historiador iluminista francês. Iniciado maçom no dia 7 de baril de 1778, na Loja Maçônica "Les Neuf Soeurs", da cidade Paris.


Voltaire no seu livro “Sobre a Tolerância” chamava a atenção á tolerância que também estava ligada com a teoria de Rousseau ( vontade geral ). O objectivo era que esse assunto fosse aprofundado para eliminar as guerras entre o povo.


Montesquiet – escreveu vários livros mas as suas teorias nunca foram publicadas nesses livros. O rei tinha três poderes e Montesquiet sugeria que esses poderes fossem divididos em três instituições diferentes e independentes: o Legislativo, o Judicial e o Executivo.




Os girondinos- eram um grupo político moderado, chefiado por Jacques-Pierre Brissot (1754-1793) durante a Revolução Francesa.
Este grupo era constituído pela media burguesia, os seus representantes eram colocados á direita na Assembleia porque eram conservadores, defendiam muitas coisas entre elas a monarquia.


Os jacobinos- eram constituídos por burgueses vindos do povo, os seus membros sentavam-se a esquerda da assembleia porque eram radicais, eram contra a monarquia e queriam instaurar uma republica, tencionavam que todos os residentes de França deviam ter o direito de votar. Os jacobinos apenas tiveram a liderança da França por uma ano (1793-1794) deixaram uma enorme marca de audácia e sangue derramado que chocou o mundo.
Ficou muito conhecida a seguinte frase”É pela violência que se deve estabelecer a liberdade” de Marat em “o amigo do povo”-1793.


Os jacobinos tiveram um grande apoio por parte de um partido moderado que era os “Sans-Cullotes” que era o partido mais representado que ocupava a parte central da assembleia.


A importância da obra “Os miseráveis” de Victor Hugo é que é um grande marco na historia de França e do mundo onde relata acontecimentos da revolução . a obra vai ficar para todo o sempre na historia do mundo porque é um documento onde esta gravada a revolução francesa. A obra relata a revolução, o povo ou terceiro estado tem como objectivo criticar a alta burguesia, a nobreza e o clero. A obra descreve parte da corrupção que caracterizava os elementos do clero e da nobreza. A corrupção praticada pelos membros do clero era que juravam fidelidade a Deus e juravam a frente do povo que não podiam ter relações com mulheres e quando regressavam aos conventos tinham prostitutas á sua espera para satisfazerem os seus desejos de homem.
Os membros da nobreza tinham outra forma de burlar o povo, para os nobres não fazia diferença porque não pagavam impostos, quando precisavam de alguma coisa, como um castelo ou outro bem qualquer, aumentavam os impostos para conseguirem saciar todos os seus desejos mas não dava nada em troca ao terceiro estado.Com a revolução a alta burguesia, a nobreza e o clero passaram a ser verdadeiros miseráveis porque houve elementos do povo que com a revolução conseguiram demonstrar o seu real valor e subiram na vida, e com isso muitos membros do povo podiam talvez vingar o seu sofrimento que foi provocado quando a altas classes faziam do povo seus escravos.




As mudanças que surgiram após a revolução francesa foram:
- A divisão dos poderes – dividir os poderes do rei em três instituições diferentes: o poder legislativo, o poder executivo e o poder judicial como tinha sugerido Montesquiet;
- Criação de Assembleias – criaram Assembleias para poder representar o terceiro estado (povo) para ninguém se sentir inferiorizado;
- Votos Censitários – permitia que todos os cidadãos de França pudessem votar para eleger o seu representante na Assembleia;
- Expansão do ideal liberal – a ideia do liberalismo começou a ser adoptada por outros países da Europa, incluindo Portugal.

Fonte: http://mymundoact.blogspot.com.br/2006/11/curiosidades-sobre-revoluo-francesa.html
Site traz lista de guilhotinados na Revolução Francesa
Daniela Fernandes
De Paris para a BBC Brasil



Um site que apresenta uma das mais completas listas de pessoas guilhotinadas durante a Revolução Francesa está fazendo sucesso na França e já atraiu mais de 250 mil visitantes.


“Você tem um ancestral decapitado durante a Revolução?”, é a pergunta feita na página de abertura do site Les Guillotinés (“Os Guilhotinados”), que reúne nomes de cerca de 18 mil vítimas desse período da História da França, que durou dez anos.


Para cada pessoa, é possível identificar o motivo preciso da condenação, como por exemplo, “conspirador”, “insubmisso”, “declarou esperar a volta do Antigo Regime”, “traidor da pátria” e “líder de agrupamentos”.


O site, criado por Raymond Combes, um técnico em informática, também permite constatar que não foram apenas os nobres que morreram na guilhotina, contrariamente à idéia normalmente mais difundida sobre o período.


Uma das pessoas mais famosas que morreram guilhotinadas é a rainha Maria Antonieta, morta em 1793 na Praça da Concórdia, em Paris.
Mas camponeses e operários, acusados de serem contra-revolucionários, também foram decapitados, e seus nomes podem ser localizados no site Les Guillotinés, o que vem despertando a curiosidade de muitos franceses em relação aos seus antepassados.
De acordo com o historiador Jean-Louis Beaucarnot, especialista em genealogia, cerca de 5 milhões de franceses teriam um ascendente que morreu guilhotinado durante a Revolução Francesa.


A guilhotina foi inventada pelo médico francês Joseph Ignace Guillotin para executar a pena capital. Ele esperava que o aparelho permitisse execuções menos dolorosas e “mais humanas”.


As informações reunidas no site “Os Guilhotinados” são baseadas em inúmeros livros, além de documentos realizados por ocasião do bicentenário da Revolução Francesa, em 1989, e ainda informações obtidas em diferentes regiões francesas.


O criador do site afirma que muitos nomes de pessoas guilhotinadas nunca haviam sido registrados em documentos oficiais.
Combes diz que somente acrescenta nomes na lista de decapitados se existem documentos para comprovar a autenticidade dos fatos.


O site também fornece informações históricas detalhadas sobre os dez anos da Revolução Francesa, de 1789 a 1799, quando Napoleão Bonaparte assumiu o poder após um golpe de Estado. 
Perfume de Maria Antonieta é recriado na França O Palácio de Versailles, em Paris, na França, vai lançar um perfume cuja fórmula tenta imitar uma fragrância usada pela rainha Maria Antonieta. O perfume será vendido apenas por encomenda. Ele foi desenvolvido pela perfumista francesa Francis Kurkdjian, que combinou os ingredientes após uma pesquisa detalhada. 


Um frasco com 25 ml de M.A. Sillage de la Reine vai custar 350 euros ou US$ 463, informou o palácio. O perfume combina fragrâncias de rosa, íris, jasmim, flor de laranja e sândalo. 

Nascida na Áustria, em 1755, Maria Antonieta casou-se com o rei da França, Luís 16. Conhecida por seu gosto extravagante, a rainha morreu na guilhotina em 1793, no auge da Revolução Francesa. 

A assessoria de imprensa do palácio de Versailles disse que a historiadora Elizabeth de Feydeau descobriu as fórmulas autênticas usadas pelo perfumista da rainha, Jean-Louis Fargeon. 

O dinheiro proveniente das vendas será usado para restaurar parte do palácio. 

Uma versão limitada, em um frasco de cristal de 25 ml, será vendida por 8 mil euros, ou cerca de US$ 10.600. 

Segundo a perfumista Francis Kurkdjian, a fragrância segue o padrão em voga no século 18 - "é intensamente floral" e combina "matérias primas 100% naturais". 

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