Aqui só tem História

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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

3˚Trimestre: Recuperação Paralela 2013 Ensino Fundamental 2


Pessoal,

É hora de estudar muuuito e garantir bons resultados em nossa avaliação de recuperação! Lembrem-se, utilizem os mapas conceituais  no caderno, reveja atividades e exercícios e anote suas dúvidas!
Os exercícios abaixo são para entregar no dia de nossa aula de recuperação (vide circular). Caprichem!

6˚s anos:


Apostila 4: Capítulo 15: Grécia: uma civilização que marcou a História:
·     1)  Localização da antiga civilização grega;
·     2) O que eram as pólis?
·     3)  O que significava política?
·     4)  Qual o sentido da palavra cidadania na Grécia Antiga?
·     5)  A acrópolis era a cidade alta. Por que conquista-la significava conquistar toda a pólis?
·    6) O que é oligarquia? De que forma a oligarquia funcionava nas pólis gregas?
     7) Observe o esquema abaixo: 
Estabeleça uma semelhança e uma diferença entre a democracia ateniense e a oligarquia espartana. (1.0)

·   9) Quais as formas de uma pessoa tornar-se escravo na Grécia Antiga?
·
        Capítulo 16: Esparta e Atenas: duas experiências
·    10) As duas principais pólis gregas eram Atenas e Esparta. Construa uma tabela comparativa em relação às duas cidades, leve em conta: sistema político, economia, sociedade. 

       Capítulo 17: A Cultura na Grécia
·      11) Quais os principais aspectos da cultura grega ( Cite e explique no mínimo 3)
·      12) Quais as heranças culturais gregas encontradas em nossa sociedade?
Capítulo 18: Uma viagem a Roma Antiga

       13) Como Roma evolui de aldeia para cidade Estado? 
      14) Como era composta a sociedade romana? Explique a importância de cada um dos estamentos da pirâmide que representa a sociedade. 

Leia o texto e faça o que se pede:

O Crescimento da Plebe

     “ Na vida social, a principal novidade foi o crescimento da plebe. Aos poucos, o número desses cidadãos, que não pertenciam à nobreza nem aos clientes, aumentou provavelmente como consequência de três fatores: Primeiramente, a importância comercial de Roma atraía pessoas de todas as partes da Itália. (...) O governo necessitava de artesãos para a confecção de armas e convocou para isso bons carpinteiros e ferreiros à cidade. (...) E, finalmente, à medida que partes do Lácio iam sendo anexadas pela conquista (...), os pequenos proprietários, dependentes dos patrícios, frequentemente se tornavam camponeses livres.”
                                                                                                                                                   ROSTOVTZEFF, M. História de Roma. Rio de Janeiro: Zahar, 1973. P. 35
a) O texto se refere a que período da História de Roma? Justifique sua resposta. (0.25)


b) Quais os 3 fatores que o autor utiliza para explicar o crescimento da população romana? (1.0)
_

c) Diferencie:
*Plebeus e Clientes; 

*Plebeus e escravos.
         15) Explique o fim da monarquia romana no ano 509 a.C. 
         16) Explique a importância dos patrícios na sociedade romana e seu interesse em uma república. 

       Capítulo 19: A República Romana
        21) Explique a importância do Senado para a cidade de Roma. 
        22) Explique o significado da palavra República e relacione ao governo de Roma. 
    23) Analise atentamente a página 120, atenção para os cargos e magistrados que cuidavam da administração da República.
        24) Relacione o processo de expansão romano e o poder do exército. 
        25) Como os plebeus garantiram seus direitos políticos? 
        26) Descreva o processo de expansão romana. 
        27) Como os romanos foram influenciados pelos povos conquistados? 
   
    7˚s anos:


Capítulos 16 e 17: O Encontro entre culturas: Perdas e Ganhos

1) Como os portugueses se comportaram a medida que entraram em contato com os africanos do norte do continente?
2) Os Espanhóis na América: Descreva 3 exemplos de atitudes etnocêntricas dos espanhóis em relação às civilizações pré-colombianas: Use as informações da página 119.
3) Como explicar o acolhimento que os espanhóis receberam por parte dos nativos? (Observe atentamente a imagem da página 112 e releia a página 111 para melhor argumentação.
4) Portugueses no Brasil: Releia a descrição de Américo Vespúcio da página 113. Liste as descrições etnocêntricas feitas por ele.
5) Justifique o título do capítulo: O encontro entre culturas: perdas e ganhos.
6) Como explicar a vitória dos europeus em relação à população ameríndia?

Capítulo 18: A Chegada dos portugueses

7) Descreva as principais atividades econômicas realizadas por Portugal no Brasil.
8) Por que o território brasileiro não interessou os europeus durante os primeiros 30 anos da colonização? Explique.
9) O que foram e quais os objetivos das Capitanias Hereditárias?
10) O que foi o Governo-Geral? Qual era seu objetivo?
11) Os jesuítas chegaram ao Brasil junto às primeiras missões de colonizadores europeus. Qual o objetivo da Companhia de Jesus? Explique brevemente.

Capítulo 19 e 20: O Açúcar: um produto Raro e rentável + Sociedade açucareira:

12) Por que o açúcar era tão valorizado na Europa?
13) Descreva a organização de um engenho.
14) Quais as situações de trabalho no Engenho? Relacione-as a expressão criada por Antonil: "Doce Inferno.
15) Explique as razões que levaram o negro africano a ser escolhido como mão de obra escrava no Brasil colonial.

Os vídeos abaixo servirão para fazer uma revisão rápida:




8˚s anos: 

Capítulo 13: Apostila 3: A Revolução Industrial


1) Quais fatores levaram a Inglaterra a ser o primeiro país a se industrializar? 
2) Descreva a estrutura das primeiras fábricas;
3) Quais eram as condições de vida e trabalho dos operários durante a primeira Revolução industrial? 
4) Quais as inovações tecnológicas e sociais da I Revolução Industrial?
5) Explique a ideia apresentada por E. Hobsbawn:

“ Na década de 1860, uma nova palavra entrou no vocabulário econômico e político do mundo: “capitalismo”. O triunfo global do capitalismo foi o triunfo de uma sociedade que acreditou que o crescimento econômico repousava na competição da livre iniciativa privada, no sucesso de comprar tudo mais barato (inclusive o trabalho) e vender mais caro” 
Através de que fatores e condições especiais se pode explicar o fato de a Inglaterra ter sido o primeiro país a desenvolver a Revolução Industrial? 
6) Observe a imagem abaixo, utilizando suas palavras, explique o que foi o movimento ludista e os fatos que o levaram a ocorrer



Capítulo 14: A II Revolução Industrial

6) Descreva o processo de mundialização da Revolução: outros países se industrializam.
7) Quais as inovações da terceira revolução industrial?
8) Defina:
a) socialismo;
b) anarquismo

Capítulo 15: O imperialismo: 
9) O que foi o imperialismo?
10) Locais onde ocorreu.
11) Explique o que foi a Conferência de Berlim.
12) Pesquise, busque na internet, uma charge que represente a Conferência de Berlim, não se esqueça de explica-la. 
13) Descreva o processo de ocupação territorial e exploração econômica e social estabelecidas a partir do imperialismo.
14) Quais os resultados do imperialismo?

Capítulo 16: Economia e Política no 2˚ Reinado
15) Descreva a importância econômica do café no II Reinado;
16) Explique o processo de expansão das lavouras cafeeiras do Vale do Paraíba para o Oeste Paulista.
17) Relacione: Café/Ferrovias;
18) Café/Industrialização;
19) Barão de Mauá/Surto industrial.

9˚ano: 

Apostila 3: Capítulo 13: Os Anos de Chumbo + Capítulo 14: A Contracultura 
1) Descreva o processo que levou ao golpe militar de 1964. 
2) Leia o fragmento e faça o que se pede:

 “Na presidência da República, em regime que atribui ampla autoridade e poder pessoal ao chefe de governo, o Sr. João Goulart constituir-se-á, sem dúvida alguma, no mais evidente incentivo a todos aqueles que desejam ver o país mergulhado no caos, na anarquia, na luta civil.”
 Manifesto dos Ministros Militares à Nação, em 29 de agosto de 1961. Esse Manifesto revela que os militares:
a) Qual a ideia apresentada pelo fragmento em relação ao golpe militar? Explique. 
b) Relacione o fragmento acima à Marcha da Família Com Deus pela Liberdade
3) Por que é possível afirmar que este período histórico representa um recuo da cidadania? 
4) quanto ao AI 5, responda: 
a) O que foi?
b) Quais suas definições?
c) Por que pode ser considerado o mais arbitrário dos Atos Institucionais?

5) Observe a charge, leia o texto e faça o que se pede:

a) Para boa parte da população brasileira da época, como soava o comentário do presidente da República? Por quê?
b) O que a caricatura de Henfil nos faz pensar sobre a televisão durante a Ditadura Militar? Explique. 
6) Explique em que consistia o chamado Milagre Econômico.
7) Relacione o assassinato do jornalista Vladimir Herzog ao desgaste do regime.
8) Escolha uma música produzida pela contracultura durante o período da Ditadura Militar. Analise sua letra levando em conta os aspectos do regime trabalhados. 

Capítulo 15: A Redemocratização:

9) Relacione o movimento das Diretas Já ao processo de redemocratização. 
10) Descreva o processo de elaboração da Constituição de 1988.
11) Relacione a charge de Henfil ao processo de elaboração da Constituinte de 1988
12) Descreva o processo de eleição Diretas em 1989.
13) Explique as causas e as consequências do processo de impeachment do presidente Fernando Collor de Mello. 
14) Descreva os pontos positivos e negativos do 1˚ mandato do presidente FHC.
15) Por que é possível afirmar que o segundo mandato do presidente FHC foi um período de crises e dificuldades econômicas?
16) Explique as rupturas e permanências do governo Lula em relação ao seu antecessor, FHC. 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

9˚ano: Ditadura à Redemocratização

Seguem duas crônicas sobre os Anos de Chumbo Brasil. Vale a leitura! 


“O General Taí” 

         Genésio, quando houve aquela marcha de senhoras ricas com Deus pela família e etc., ficou a favor, principalmente do etc. Mesmo tendo recebido algumas benesses do governo que entrava pelo cano, Genésio aderiu à “redentora”, mais por vocação do que por convicção (ele tinha _ e ainda tem _ um caráter muito adesivo). Porém, com tanto cocoroca aderindo, Genésio percebeu que estavam querendo salvar o Brasil depressa demais. Mesmo assim foi na onda.
        Adaptou-se à nova ordem com impressionante facilidade e chegou a ser um dos mais positivos dedos- duros no Ministério. Tudo que era colega que ele não gostava, ele apontava aos superiores como suspeitos. Naquele tempo _ não sei se vocês se lembram _ não era preciso nem dizer “de quê”. Bastava apontar o cara como suspeito e pronto... tava feita a caveira do infeliz.
        Com isso, Genésio conseguiu certo prestígio junto à administração e pegou umas estias, ganhando um dinheirinho extra. Quando veio a tal política financeira do Dr. Campos, foi dos primeiros a aplaudir a medida. Num desses coquetéis de gente bem, onde foi representando o diretor do departamento, aproveitou um hiato na conversa, para falar bem alto, a fim de ser ouvido pelo maior número possível de testemunhas:
_ A política de contenção do Dr. Roberto Campos é simplesmente gloriosa! Breve até as classes menos favorecidas estarão aplaudindo a medida. Todos ouviram e, como tava todo mundo com o traseiro encostado na cerca, naqueles dias (e muitos estão até hoje), ninguém contestou. Houve até um certo ambiente de admiração pelo Genésio, que nenhum dos grã-finos presentes sabia quem era, mas que nem por isso foi esnobado, pois podia ser algum coronel, enfim, essas bossas!
    O que eu sei é que o Genésio deu o grande durante uns quatro ou cinco meses. Depois, como era um filho de jacaré com cobra-d’água, caiu de novo no seu chatíssimo cotidiano e só ficou elogiando a “redentora” por vício ou talvez por causa de uma leve esperança de se arrumar ainda. (...)  O tempo foi passando e o boi sumiu; o leite é isso que se vê aí; o feijão anda tão caro que, noutro dia, num clube da Zona Norte de uma cidade satélite da capital federal (que eu nem quero saber o nome), promoveram um jogo de víspora marcando as pedras com caroço de feijão e foi aquela vergonha... alguém roubou os caroços todos para garantir o almoço do dia seguinte. Genésio começou a desconfiar que tinha entrado numa fria. Aquilo não era revolução pra quem vive de ordenado. Em casa, a mulher dava broncas ciclópicas, porque o salário mensal dele estava acabando mais depressa do que a semana.
       Houve um dia em que botou a sua bronca: _ Você é que não sabe fazer economia _ disse para a mulher. _ Pode deixar que eu vou fazer a feira. Ah, rapaziada, pra quê! Genésio foi a feira e só via gente balançando a cabeça; todo mundo resmungando, dizendo coisas tais como “assim não é possível”, “desse jeito é fogo”, “como está não pode ser”. Em menos de cinco minutos do tempo regulamentar, ele também estava praguejando mais que trocador de ônibus de subúrbio. Voltou pra casa, arrasado. Daí por diante entrou pro time dos conformados de Sousa. Só abria a boca para dizer que é um absurdo, onde é que nós vamos parar, o Brasil está à beira do abismo, etc. Mesmo na repartição, onde era visto com suspeita pelos colegas, rasgou o jogo. No dia em que leu aquela entrevista do Borgoff, dizendo que o povo devia comer galinha, porque boi é luxo, fez um verdadeiro comício, na porta do banheiro do Ministério, onde a cambada se reúne sempre para matar o trabalho. Foi aí que aconteceu! Estava em casa, deitado, lendo um X-9, quando a empregada chegou na porta. A empregada era dessas burríssimas, mas falou claro:
_ Seu Genésio, tem um general aí querendo falar com o senhor! 
    Ficou mais branco que bunda de escandinavo! Meu Deus, iria em cana. Não pensou duas vezes. Arrumou uma valise, meteu dentro alguns objetos, uma calça velha e _ felizmente morava no térreo _ pulou pela janela e está até agora escondido no sítio do sogro, em Jacarepaguá, no Estado do Rio. O vendedor é que não entendeu nada. Tinha ido ali fazer uma demonstração do novo aspirador General Electric, falou com a empregada, ficou esperando na sala e _ quando viu _ o dono da casa estava pulando a janela, apavorado.




A outra vida do tio Enéas (MIKA LINS)
“TIO ENÉAS vai chegar para ficar uns dias”, minha mãe avisou.
Tio Enéas era um homem muito alto e, na minha memória, aparece com um terno escuro, a camisa branca, o cabelo penteado para trás e um bigodinho engraçado. Para uma criança, filha única de pais que trabalham fora, qualquer hóspede era motivo de alegria. Ainda mais um hóspede como ele, sempre tão atencioso.
Não lembro quantos dias ele ficou naquela última vez, mas me recordo de, sentada no chão, ao lado da cadeira em que ele passava as tardes, observar com atenção sua leitura do jornal. Era um ritual meticuloso. A cada página virada, ele passava os dedos nos dentes -não nos lábios, nos dentes, mesmo- para molhá-los e virar a próxima página. Um dia, ele foi embora, e foi a última vez que o vi. Eu tinha cinco ou seis anos.
Algum tempo depois, um portador trouxe para minha mãe um colar de cristal da extinta Tchecoslováquia, que guardamos até hoje. Junto, veio um brinquedo para mim, um sapo de lata movido a corda; este se perdeu no tempo. Eram presentes do tio Enéas.
Como ele nunca mais aparecia para ficar conosco, perguntei à minha mãe quando voltaríamos a vê-lo. Ela desconversou. Foi me contar a verdade só anos depois, quando eu já era adolescente.
Tio Enéas era, na verdade, David Capistrano da Costa, membro do PCB, amigo de longa data do meu pai, naqueles tempos também ligado ao partido. Minha mãe me explicou que, àquela altura, David engrossava a lista de desaparecidos da ditadura militar. Durante a minha infância ele ainda vivia na clandestinidade, e meu pai era encarregado não só de escondê-lo como de transportá-lo sempre que vinha a São Paulo.
David Capistrano era um homem incrível. Quando o conheceu, nos anos 1960, no Recife, meu pai tinha uns 18 anos e já militava no PCB; trabalhava no governo Miguel Arraes. David tinha história. Nascido em 1913, no Ceará, participou do levante de 1935, quando era sargento da Aeronáutica, e foi condenado à prisão pelo Estado Novo. Lutou na Guerra Civil Espanhola e na Resistência Francesa durante a ocupação nazista. Em 1947, já de volta ao Brasil, foi eleito deputado estadual por Pernambuco, onde também dirigiu os jornais “A Hora” e “Folha do Povo”. Com a ditadura, caiu na clandestinidade até partir para a Tchecoslováquia, no início dos anos 70.
Meu pai amava aquele homem pelo espírito de luta, pela posição ideológica e pela humanidade. Minha mãe também -tanto que escondia David em nossa casa mesmo não sendo mais casada com o meu pai e tendo a perfeita noção do risco que corríamos.
Em 1974, aos 61 anos, David voltou escondido do exílio. Ao passar pela fronteira em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, foi preso pelos agentes do Exército e logo dado como desaparecido.
Em 2008, a jornalista Taís Morais publicou o livro “Sem Vestígios – Revelações de um Agente Secreto da Ditadura Militar Brasileira”, escrito com base em anotações enviadas a ela de forma anônima pelo agente de codinome Ivan Carioca. Nelas, Carioca relata com detalhes o fim trágico de David, torturado, morto e esquartejado, em Petrópolis.
Carioca descreve a visão do corpo daquele homem enorme e doce que conheci: “Um tronco, dividido ao meio. As costelas de Capistrano pendiam ao teto, e ele, reduzido aos pedaços, como se fosse uma carcaça de animal abatido, pronta para o açougue”.
Depois de ler, com tristeza, perguntei delicadamente a meu pai se gostaria de ler. Respondeu que sim -em 2008, ele se tratava de um câncer de pulmão diagnosticado no ano anterior. Meu pai morreu neste último dia 5 de agosto, mas não sem saber como partiu o amigo a quem homenageara dando a meu irmão o nome de David Lins. Para minha mãe, o colar que ganhou de David Capistrano é a única joia da família e o presente mais significativo que recebeu.
Ao lembrar essa história, além da saudade do meu pai, tenho a sensação desagradável de que talvez crimes da ditadura brasileira nunca sejam punidos. E penso que, por trás de cada movimento histórico, revolucionário ou não, há uma partícula delicada, talvez banal, de cada homem, que se mantém pela lembrança de uma garota com seu brinquedo de lata ou no brilho de um colar de cristal.
Folha de São Paulo

7˚ano: Leonardo da Vinci

Pessoal, o material do site Terra que mostrei em aula para vocês: http://noticias.terra.com.br/educacao/infograficos/invencoes-da-vinci/

Para baixar o material digital: Leonardo o inventor:

https://www.wetransfer.com/downloads/1365d2a93b643108640ab7083e81490f20131002120208/58af75
Lembrem-se:
* Pesquisa sobre as invenções: grupos (notas individuais); escrita e organizada conforme as orientações de pesquisa que constam aqui no blog;
*Informações importantes: O que é? Qual o objetivo para ser projetada? Funciona? Curiosidades e Imagens;
* Não esqueçam a bibliografia!
* Invenção em forma de maquete para a apresentação;

Caprichem!

domingo, 29 de setembro de 2013

8˚ano: Um Lindo Estudo do Meio

Queridos;

Nosso Estudo do Meio foi um sucesso, sem dúvida! Vocês realmente são os orgulhos da prô! Tudo foi lindo (ops, nem tudo, o frio em Paranapiacaba foi pavoroso!), vocês deram um show de aprendizado e participação! Até o Boina Branca apareceu, mandando recados por baixo da porta!
As fotos ficaram tão lindas, mas não é possível carregar todas aqui no blog, então caso alguém queira alguma em especial, me mande um e-mail que eu envio para vocês!

O Castelinho domina a paisagem! 




 O mesmo ângulo, mas com luz diferente! Adorei!











Os Joões (???) 

Magnífica arquitetura da Bolsa do Café! 






                                          Quem disse que mulher não pode???







9˚ano: Músicas de protesto


1˚: Ouvir a música, prestando atenção na letra;

2˚: Analisar a letra, levando em conta o cenário político e social da ditadura militar;
3˚Produzir o ppt com a análise da música. 
No dia da apresentação, trazer o clip produzido em Arte. 
4˚ O ppt e o arquivo a ser entregue deverá conter: *  história de vida do artista e a data em que a música foi produzida, utilize os dois últimos capítulos da apostila 3 como base. * Analise da letra com os seus duplos significados. 
* Com base na data, faça um panorama histórico do que ocorria no país nesse momento. Relacione. 
5˚ Entrevista: a  história oral é muito importante  para o trabalho dos historiadores.
Pesquisem com seus pais e avós sobre a época dos festivais de música. Vocês devem formular questões para obter informações sobre essa época. Estimulem os alunos a contar sobre o clima de disputa dos festivais, sobre a importância que esses festivais tiveram na época e para a Música Popular Brasileira, e sobre a contextualização histórica desses festivais. 
ENTREGA E APRESENTAÇÃO: Vide quadro de avaliações na sala. 

Para complementar, assistam o vídeo: 



Sites legais com informacões adicionais: http://www.historiadigital.org/historia-do-brasil/brasil-republica/ditadura-militar/10-torturas-da-ditadura-militar/
http://www.historiadigital.org/historia-do-brasil/brasil-republica/ditadura-militar/

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

8˚ano: Simulado 2012


  1. Leia os fragmentos abaixo:
    1. O mercantilismo pregava que o comércio era uma das principais fontes de riqueza das nações. A atração que os países europeus tinham pelas especiarias orientais estava ligada a essa idéia. Além de serem bem aceitas na Europa, elas estavam “prontas” nas Índias. Era só comprá-las e depois comercializá-las por um preço maior.
    2. Segundo os defensores do mercantilismo, o principal indicador de riqueza de uma nação era a quantidade de metais preciosos que acumulasse. Ou seja, quanto mais metais preciosos um país tivesse, mais rico seria.
    Assinale a alternativa correta:

    O fragmento I e o fragmento II tratam respectivamente do(a): 
    A) acúmulo de metais preciosos e do comercialismo.
    B) balança comercial favorável e da exploração de colônias. 
    C) estímulo ao comércio e do metalismo.
    D) exploração de colônias e do protecionismo alfandegário.


    R: C
  2. Sobre a situação da sociedade francesa às vésperas da Revolução, é correto afirmar que:

    1. A)  a camada mais alta, o Primeiro Estado, era representada pelo clero. Pela tradição eles tinham isenção fiscal.
    2. B)  a camada intermediária, o Segundo Estado, era representada pelos nobres. Esses, não tinham isenção fiscal.
    3. C)  o povo francês, ou Terceiro Estado, representava os mais pobres da França. Eles eram isentos de impostos.
    4. D)  a burguesia, Quarto Estado francês, tinha um espaço específico para a participação política, mas era obrigada a pa-
      gar impostos.

      R: A

  3. Em 1817 os pernambucanos realizaram uma revolta de grandes proporções. Esse movimento ficou conhecido como Revolução Pernambucana. O(s) motivo(s) que levou(aram) à revolução foi(ram):

    A) a necessidade de organizar um governo mais dependente de Portugal.
    B) a vontade de instaurar uma República portuguesa na região.

    C) o avanço da população pobre nos negócios da elite local. 
    D) o aumento dos impostos e a má administração.

    R: D

  4. A primeira Constituição brasileira, promulgada por D. Pedro I em 1824, determinava, dentre outras coisas, que: 

    A) o poder Legislativo estava acima do Executivo e Moderador.
    B) o poder Moderador daria ao Imperador domínio absoluto sobre os outros poderes. 
    C) o poder Executivo e o Moderador deveriam ser exercidos pelo Imperador.
    D) o poder Moderador e o Legislativo eram de exclusividade do Imperador.


    R; B
  5. Assinale (1) para a característica pertencente à Constituição de 1824 e (2) para a de 1988. Em seguida, indique a alter- nativa que reproduz corretamente a ordem numérica:

    A) 1, 2, 2, 2, 1. 
    B) 1, 2, 1, 2, 2.
    c) 2, 2, 1, 1, 2. 
    D) 2, 1, 1, 2, 1.
    R: B
  6. É correto afirmar que o pioneirismo inglês na Revolução Industrial deve-se também aos seguintes fatores:

    A) grande propriedade de terra e considerável transformação na produção de arroz.
    B) grande quantidade de mão-de-obra disponível graças à libertação dos escravizados. 

    C) desenvolvimento da indústria de tecido que se fortaleceu nas colônias do norte.
    D) aumento da oferta de mão-de-obra e mentalidade burguesa empreendedora. 


    R: D

    De 2011 tenho apenas 2 questões: 


    11: Resposta C
    12: Resposta: B

Simulados 9˚s anos 2011

Pessoal, vou copiar os arquivos de 2012 e colocarei a tarde, ok?
Treinem, não se esqueçam!


Tortinho, tortinho...

Respostas: 11) D, 12) A, 13) B (atenção com as questões que pedem seleção e exclusão de informações), 14) C, 15) B, 16) D.   Dúvidas: entrem em contato comigo no grupo, ok? Beijo

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

A Crise de 1929

O desemprego, segundo George Orwell: " Tomei consciência pela primeira vez do problema do desemprego em 1928 (...) Lembro-me do choque, do espanto que senti, quando pela primeira vez me misturei com vagabundos e mendigos, ao descobrir que uma boa parte dessa gente (...) eram mineiros e colhedores de algodão, jovens e honestos, contemplando seu destino com aquele assombro estúpido de um animal que caiu em uma armadilha. Simplesmente não conseguiram entender o que acontecia com eles. Tinham sido criados para trabalhar e, - vejam! - era como se nunca fossem ter a oportunidade de voltar ao trabalho. Nessas circunstâncias, era inevitável, no início, que fossem perseguidos por um sentimento de degradação moral."


Relacione os apontamentos de G. Orwell ao panorama apresentado no filme, saliente a questão da degradação moral.

8˚ano: semana da pátria + tabela período regencial.


Mais um 07 de setembro, sempre é tempo de reflexão antes das comemorações!


Nossos heróis da independência, D. Pedro Bia e seus fiéis seguidores: Luis, Nathália, Max, Antônio e Nicolas. Parabéns pessoal os trabalhos ficaram excelentes!







quarta-feira, 4 de setembro de 2013

7˚ano: exercícios reforma


1. Podemos considerar que a Reforma Protestante teve causas religiosas, políticas e sociais. Apresente uma causa: 
a)   a. religiosa. 
b)   b. política.
c)   c. social. 

     2. Explique a frase abaixo:

“O Renascimento Cultural provocou mudanças na forma de os europeus avaliarem as ações do clero.”

3. Explique por que a venda de Indulgências e relíquias foi considerado por alguns contemporâneos como abuso da Igreja Católica.

4. Apresente as ações de Lutero favoreciam os reis e príncipes e explique por quê. 

5. Leia o fragmento abaixo e responda à questão:

“A ideia central da Reforma é a convicção de que o ser humano não pode nem tem necessidade de salvar-se por si mesmo. Antes, a salvação é dada em Cristo “ unicamente pela graça” e aceita “somente pela fé”

            Disponível em: http://luteranos.com.br
6. Aponte a diferença entre a posição de Lutero e a posição da Igreja Católica em relação à salvação da alma.

7. Com relação às atividades desenvolvidas pelos burgueses (comércio e empréstimos a juro), quais eram, respectivamente, as opiniões da Igreja Católica, de Lutero e  de Calvino?

8. Explique a frase: “ A doutrina calvinista justificava a moral burguesa.”
8