Que São Paulo é uma metrópole impressionante, isso não temos dúvida, mas revisitar o centro histórico na companhia de vocês foi ótimo!!!
Aqui só tem História
terça-feira, 15 de maio de 2012
domingo, 13 de maio de 2012
8˚ ano: A Revolução Francesa
Olá pessoal,
Para ajudar na tarefa revolucionária de criação do jornal, não deixem de assistir o vídeo que selecionei, deixei apenas a primeira parte, busquem as outras no youtube.
Para ajudar na tarefa revolucionária de criação do jornal, não deixem de assistir o vídeo que selecionei, deixei apenas a primeira parte, busquem as outras no youtube.
O conjunto de acontecimentos que se deram entre 5 de Maio de 1789 e 9 de Novembro de 1799 chama-se Revolução Francesa.
Estes acontecimentos alteraram o quadro político e social da França. em discussão estava o Antigo Regime e a autoridade do clero e da nobreza.
A revolução foi influenciada pelos ideais do Iluminismo e da Independência Americana (1776).
Este acontecimento foi considerado como a Revolução que deu inicio á Idade Contemporânea. Terminou a servidão e os direitos feudais na França e gritou-se pelos princípios universais de “ Liberdade, Igualdade, Fraternidade” ( Liberté, Egalité, Fraternité), frase de Jean Nicolas Pache.
Antes da revoluçao francesa havia três filósofos que de modo a defender as suas teorias decidiram escrever alguns livros.
Os três filósofos eram Rousseau, Montesquiet e Voltaire que quando escreveram os seus livros era com o objectivo de defender as igualdades do povo de modo a quando houvesse uma revolução por então essas ideias em curso.
Jean Jacques Rousseau - (28 de Junho de 1712, Genebra - 2 de Julho de 1778, Ermenonville, perto de Paris) foi um filósofo suíço, escritor, teórico político e um compositor musical autodidata. Uma das figuras marcantes do Iluminismo francês, Rousseau é também um precursor do romantismo.
Rousseau escreveu um livro chamado “Contrato Social” que defendia dois ideais: Vontade Geral que consistia que o povo convivesse sem conflitos dentro dos limites da liberdade de modo a que ninguém se sentisse inferiorizado.
Povo Soberano que tinha como objectivo o povo escolher os seus representantes políticos para participar na Assembleia.
François-Marie Arouet (21 de Novembro de 1694, Paris - 30 de Maio de 1778, Paris), mais conhecido pelo pseudónimo Voltaire, foi um poeta, ensaísta, dramaturgo, filósofo e historiador iluminista francês. Iniciado maçom no dia 7 de baril de 1778, na Loja Maçônica "Les Neuf Soeurs", da cidade Paris.
Voltaire no seu livro “Sobre a Tolerância” chamava a atenção á tolerância que também estava ligada com a teoria de Rousseau ( vontade geral ). O objectivo era que esse assunto fosse aprofundado para eliminar as guerras entre o povo.
Montesquiet – escreveu vários livros mas as suas teorias nunca foram publicadas nesses livros. O rei tinha três poderes e Montesquiet sugeria que esses poderes fossem divididos em três instituições diferentes e independentes: o Legislativo, o Judicial e o Executivo.
Os girondinos- eram um grupo político moderado, chefiado por Jacques-Pierre Brissot (1754-1793) durante a Revolução Francesa.
Este grupo era constituído pela media burguesia, os seus representantes eram colocados á direita na Assembleia porque eram conservadores, defendiam muitas coisas entre elas a monarquia.
Os jacobinos- eram constituídos por burgueses vindos do povo, os seus membros sentavam-se a esquerda da assembleia porque eram radicais, eram contra a monarquia e queriam instaurar uma republica, tencionavam que todos os residentes de França deviam ter o direito de votar. Os jacobinos apenas tiveram a liderança da França por uma ano (1793-1794) deixaram uma enorme marca de audácia e sangue derramado que chocou o mundo.
Ficou muito conhecida a seguinte frase”É pela violência que se deve estabelecer a liberdade” de Marat em “o amigo do povo”-1793.
Os jacobinos tiveram um grande apoio por parte de um partido moderado que era os “Sans-Cullotes” que era o partido mais representado que ocupava a parte central da assembleia.
A importância da obra “Os miseráveis” de Victor Hugo é que é um grande marco na historia de França e do mundo onde relata acontecimentos da revolução . a obra vai ficar para todo o sempre na historia do mundo porque é um documento onde esta gravada a revolução francesa. A obra relata a revolução, o povo ou terceiro estado tem como objectivo criticar a alta burguesia, a nobreza e o clero. A obra descreve parte da corrupção que caracterizava os elementos do clero e da nobreza. A corrupção praticada pelos membros do clero era que juravam fidelidade a Deus e juravam a frente do povo que não podiam ter relações com mulheres e quando regressavam aos conventos tinham prostitutas á sua espera para satisfazerem os seus desejos de homem.
Os membros da nobreza tinham outra forma de burlar o povo, para os nobres não fazia diferença porque não pagavam impostos, quando precisavam de alguma coisa, como um castelo ou outro bem qualquer, aumentavam os impostos para conseguirem saciar todos os seus desejos mas não dava nada em troca ao terceiro estado.Com a revolução a alta burguesia, a nobreza e o clero passaram a ser verdadeiros miseráveis porque houve elementos do povo que com a revolução conseguiram demonstrar o seu real valor e subiram na vida, e com isso muitos membros do povo podiam talvez vingar o seu sofrimento que foi provocado quando a altas classes faziam do povo seus escravos.
As mudanças que surgiram após a revolução francesa foram:
- A divisão dos poderes – dividir os poderes do rei em três instituições diferentes: o poder legislativo, o poder executivo e o poder judicial como tinha sugerido Montesquiet;
- Criação de Assembleias – criaram Assembleias para poder representar o terceiro estado (povo) para ninguém se sentir inferiorizado;
- Votos Censitários – permitia que todos os cidadãos de França pudessem votar para eleger o seu representante na Assembleia;
- Expansão do ideal liberal – a ideia do liberalismo começou a ser adoptada por outros países da Europa, incluindo Portugal.
Estes acontecimentos alteraram o quadro político e social da França. em discussão estava o Antigo Regime e a autoridade do clero e da nobreza.
A revolução foi influenciada pelos ideais do Iluminismo e da Independência Americana (1776).
Este acontecimento foi considerado como a Revolução que deu inicio á Idade Contemporânea. Terminou a servidão e os direitos feudais na França e gritou-se pelos princípios universais de “ Liberdade, Igualdade, Fraternidade” ( Liberté, Egalité, Fraternité), frase de Jean Nicolas Pache.
Antes da revoluçao francesa havia três filósofos que de modo a defender as suas teorias decidiram escrever alguns livros.
Os três filósofos eram Rousseau, Montesquiet e Voltaire que quando escreveram os seus livros era com o objectivo de defender as igualdades do povo de modo a quando houvesse uma revolução por então essas ideias em curso.
Jean Jacques Rousseau - (28 de Junho de 1712, Genebra - 2 de Julho de 1778, Ermenonville, perto de Paris) foi um filósofo suíço, escritor, teórico político e um compositor musical autodidata. Uma das figuras marcantes do Iluminismo francês, Rousseau é também um precursor do romantismo.
Rousseau escreveu um livro chamado “Contrato Social” que defendia dois ideais: Vontade Geral que consistia que o povo convivesse sem conflitos dentro dos limites da liberdade de modo a que ninguém se sentisse inferiorizado.
Povo Soberano que tinha como objectivo o povo escolher os seus representantes políticos para participar na Assembleia.
François-Marie Arouet (21 de Novembro de 1694, Paris - 30 de Maio de 1778, Paris), mais conhecido pelo pseudónimo Voltaire, foi um poeta, ensaísta, dramaturgo, filósofo e historiador iluminista francês. Iniciado maçom no dia 7 de baril de 1778, na Loja Maçônica "Les Neuf Soeurs", da cidade Paris.
Voltaire no seu livro “Sobre a Tolerância” chamava a atenção á tolerância que também estava ligada com a teoria de Rousseau ( vontade geral ). O objectivo era que esse assunto fosse aprofundado para eliminar as guerras entre o povo.
Montesquiet – escreveu vários livros mas as suas teorias nunca foram publicadas nesses livros. O rei tinha três poderes e Montesquiet sugeria que esses poderes fossem divididos em três instituições diferentes e independentes: o Legislativo, o Judicial e o Executivo.
Os girondinos- eram um grupo político moderado, chefiado por Jacques-Pierre Brissot (1754-1793) durante a Revolução Francesa.
Este grupo era constituído pela media burguesia, os seus representantes eram colocados á direita na Assembleia porque eram conservadores, defendiam muitas coisas entre elas a monarquia.
Os jacobinos- eram constituídos por burgueses vindos do povo, os seus membros sentavam-se a esquerda da assembleia porque eram radicais, eram contra a monarquia e queriam instaurar uma republica, tencionavam que todos os residentes de França deviam ter o direito de votar. Os jacobinos apenas tiveram a liderança da França por uma ano (1793-1794) deixaram uma enorme marca de audácia e sangue derramado que chocou o mundo.
Ficou muito conhecida a seguinte frase”É pela violência que se deve estabelecer a liberdade” de Marat em “o amigo do povo”-1793.
Os jacobinos tiveram um grande apoio por parte de um partido moderado que era os “Sans-Cullotes” que era o partido mais representado que ocupava a parte central da assembleia.
A importância da obra “Os miseráveis” de Victor Hugo é que é um grande marco na historia de França e do mundo onde relata acontecimentos da revolução . a obra vai ficar para todo o sempre na historia do mundo porque é um documento onde esta gravada a revolução francesa. A obra relata a revolução, o povo ou terceiro estado tem como objectivo criticar a alta burguesia, a nobreza e o clero. A obra descreve parte da corrupção que caracterizava os elementos do clero e da nobreza. A corrupção praticada pelos membros do clero era que juravam fidelidade a Deus e juravam a frente do povo que não podiam ter relações com mulheres e quando regressavam aos conventos tinham prostitutas á sua espera para satisfazerem os seus desejos de homem.
Os membros da nobreza tinham outra forma de burlar o povo, para os nobres não fazia diferença porque não pagavam impostos, quando precisavam de alguma coisa, como um castelo ou outro bem qualquer, aumentavam os impostos para conseguirem saciar todos os seus desejos mas não dava nada em troca ao terceiro estado.Com a revolução a alta burguesia, a nobreza e o clero passaram a ser verdadeiros miseráveis porque houve elementos do povo que com a revolução conseguiram demonstrar o seu real valor e subiram na vida, e com isso muitos membros do povo podiam talvez vingar o seu sofrimento que foi provocado quando a altas classes faziam do povo seus escravos.
As mudanças que surgiram após a revolução francesa foram:
- A divisão dos poderes – dividir os poderes do rei em três instituições diferentes: o poder legislativo, o poder executivo e o poder judicial como tinha sugerido Montesquiet;
- Criação de Assembleias – criaram Assembleias para poder representar o terceiro estado (povo) para ninguém se sentir inferiorizado;
- Votos Censitários – permitia que todos os cidadãos de França pudessem votar para eleger o seu representante na Assembleia;
- Expansão do ideal liberal – a ideia do liberalismo começou a ser adoptada por outros países da Europa, incluindo Portugal.
Fonte: http://mymundoact.blogspot.com.br/2006/11/curiosidades-sobre-revoluo-francesa.html
Site traz lista de guilhotinados na Revolução Francesa
Daniela Fernandes
Um site que apresenta uma das mais completas listas de pessoas guilhotinadas durante a Revolução Francesa está fazendo sucesso na França e já atraiu mais de 250 mil visitantes.
“Você tem um ancestral decapitado durante a Revolução?”, é a pergunta feita na página de abertura do site Les Guillotinés (“Os Guilhotinados”), que reúne nomes de cerca de 18 mil vítimas desse período da História da França, que durou dez anos.
Para cada pessoa, é possível identificar o motivo preciso da condenação, como por exemplo, “conspirador”, “insubmisso”, “declarou esperar a volta do Antigo Regime”, “traidor da pátria” e “líder de agrupamentos”.
O site, criado por Raymond Combes, um técnico em informática, também permite constatar que não foram apenas os nobres que morreram na guilhotina, contrariamente à idéia normalmente mais difundida sobre o período.
Uma das pessoas mais famosas que morreram guilhotinadas é a rainha Maria Antonieta, morta em 1793 na Praça da Concórdia, em Paris.
Mas camponeses e operários, acusados de serem contra-revolucionários, também foram decapitados, e seus nomes podem ser localizados no site Les Guillotinés, o que vem despertando a curiosidade de muitos franceses em relação aos seus antepassados.
De acordo com o historiador Jean-Louis Beaucarnot, especialista em genealogia, cerca de 5 milhões de franceses teriam um ascendente que morreu guilhotinado durante a Revolução Francesa.
A guilhotina foi inventada pelo médico francês Joseph Ignace Guillotin para executar a pena capital. Ele esperava que o aparelho permitisse execuções menos dolorosas e “mais humanas”.
As informações reunidas no site “Os Guilhotinados” são baseadas em inúmeros livros, além de documentos realizados por ocasião do bicentenário da Revolução Francesa, em 1989, e ainda informações obtidas em diferentes regiões francesas.
O criador do site afirma que muitos nomes de pessoas guilhotinadas nunca haviam sido registrados em documentos oficiais.
Combes diz que somente acrescenta nomes na lista de decapitados se existem documentos para comprovar a autenticidade dos fatos.
O site também fornece informações históricas detalhadas sobre os dez anos da Revolução Francesa, de 1789 a 1799, quando Napoleão Bonaparte assumiu o poder após um golpe de Estado.
Daniela Fernandes
De Paris para a BBC Brasil
“Você tem um ancestral decapitado durante a Revolução?”, é a pergunta feita na página de abertura do site Les Guillotinés (“Os Guilhotinados”), que reúne nomes de cerca de 18 mil vítimas desse período da História da França, que durou dez anos.
Para cada pessoa, é possível identificar o motivo preciso da condenação, como por exemplo, “conspirador”, “insubmisso”, “declarou esperar a volta do Antigo Regime”, “traidor da pátria” e “líder de agrupamentos”.
O site, criado por Raymond Combes, um técnico em informática, também permite constatar que não foram apenas os nobres que morreram na guilhotina, contrariamente à idéia normalmente mais difundida sobre o período.
Uma das pessoas mais famosas que morreram guilhotinadas é a rainha Maria Antonieta, morta em 1793 na Praça da Concórdia, em Paris.
Mas camponeses e operários, acusados de serem contra-revolucionários, também foram decapitados, e seus nomes podem ser localizados no site Les Guillotinés, o que vem despertando a curiosidade de muitos franceses em relação aos seus antepassados.
De acordo com o historiador Jean-Louis Beaucarnot, especialista em genealogia, cerca de 5 milhões de franceses teriam um ascendente que morreu guilhotinado durante a Revolução Francesa.
A guilhotina foi inventada pelo médico francês Joseph Ignace Guillotin para executar a pena capital. Ele esperava que o aparelho permitisse execuções menos dolorosas e “mais humanas”.
As informações reunidas no site “Os Guilhotinados” são baseadas em inúmeros livros, além de documentos realizados por ocasião do bicentenário da Revolução Francesa, em 1989, e ainda informações obtidas em diferentes regiões francesas.
O criador do site afirma que muitos nomes de pessoas guilhotinadas nunca haviam sido registrados em documentos oficiais.
Combes diz que somente acrescenta nomes na lista de decapitados se existem documentos para comprovar a autenticidade dos fatos.
O site também fornece informações históricas detalhadas sobre os dez anos da Revolução Francesa, de 1789 a 1799, quando Napoleão Bonaparte assumiu o poder após um golpe de Estado.
Perfume de Maria Antonieta é recriado na França O Palácio de Versailles, em Paris, na França, vai lançar um perfume cuja fórmula tenta imitar uma fragrância usada pela rainha Maria Antonieta. O perfume será vendido apenas por encomenda. Ele foi desenvolvido pela perfumista francesa Francis Kurkdjian, que combinou os ingredientes após uma pesquisa detalhada. 
Um frasco com 25 ml de M.A. Sillage de la Reine vai custar 350 euros ou US$ 463, informou o palácio. O perfume combina fragrâncias de rosa, íris, jasmim, flor de laranja e sândalo.
Nascida na Áustria, em 1755, Maria Antonieta casou-se com o rei da França, Luís 16. Conhecida por seu gosto extravagante, a rainha morreu na guilhotina em 1793, no auge da Revolução Francesa.
A assessoria de imprensa do palácio de Versailles disse que a historiadora Elizabeth de Feydeau descobriu as fórmulas autênticas usadas pelo perfumista da rainha, Jean-Louis Fargeon.
O dinheiro proveniente das vendas será usado para restaurar parte do palácio.
Uma versão limitada, em um frasco de cristal de 25 ml, será vendida por 8 mil euros, ou cerca de US$ 10.600.
Segundo a perfumista Francis Kurkdjian, a fragrância segue o padrão em voga no século 18 - "é intensamente floral" e combina "matérias primas 100% naturais".
Fonte: http://www.profze.blogger.com.br/2008_03_23_archive.html
Mais informações legais:
http://ifethistoria.blogspot.com.br/p/jornal-revolucao-francesa.html
http://www.joiabr.com.br/artigos/mar07.html
http://www.historiadigital.org/historia-geral/idade-moderna/revolucao-francesa/6-grandes-personagens-da-revolucao-francesa/
http://facapartedarevolucaofrancesa.blogspot.com.br/p/personalidades-da-revolucao.html
http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/historia/revolucao-saias-588690.shtml
http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/la_vie_en_rose_de_maria_antonieta.html
http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/renda_minima.html
http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/luis_xvi_e_a_revolucao_ultimas_palavras.html
Mais informações legais:
http://ifethistoria.blogspot.com.br/p/jornal-revolucao-francesa.html
http://www.joiabr.com.br/artigos/mar07.html
http://www.historiadigital.org/historia-geral/idade-moderna/revolucao-francesa/6-grandes-personagens-da-revolucao-francesa/
http://facapartedarevolucaofrancesa.blogspot.com.br/p/personalidades-da-revolucao.html
http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/historia/revolucao-saias-588690.shtml
http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/la_vie_en_rose_de_maria_antonieta.html
http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/renda_minima.html
http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/luis_xvi_e_a_revolucao_ultimas_palavras.html
terça-feira, 8 de maio de 2012
Recuperação: Ensino Fundamental 2
Roteiros para serem entregues na próxima aula de recuperação: 14/05 Caprichem!
6˚Ano:
6˚Ano:
1) Observe a imagem abaixo:
a) O que ela representa?
b) Liste as principais características e diferenças destes dois grupos. (mínimo 5)
Gênero:
Australopithecus
|
Gênero:
Homo
|
2) ) Observe a imagem
a seguir e responda o que se pede:
a) Conte, com suas
palavras a situação apresentada na ilustração .
b) Na história das
conquistas humanas, qual a importância do fato representado na ilustração?
c)
Cite outras invensões humanas, descrevendo sua utilidade,
que foram fundamentais para o desenvolvimento tecnológico do homem na
pré-história.
3) “Para sobreviver era preciso andar muito!”. Relacione
esta frase às migrações dos grupos humanos pré-históricos.
4) Defina:
a) Arqueólogo;
b) Historiador;
c) Hipótese:
d) Pinturas Rupestres:
e) Pré-História:
f) Paleolítico;
g) Neolítico;
h) Idade dos Metais;
i) Sedentário:
j)
Nômade:
5) Explique as hipóteses que explicam a ocupação do continente americano pelo homem na pré-história.
domingo, 6 de maio de 2012
Galeria Especial - Três Mosqueteiros - História Viva
Galeria Especial - Três Mosqueteiros - História Viva
Os três mosqueteiros, como não ficar apaixonado por essa eletrizante história de Alexandre Dumas? Eu particularmente adoro todos os seus romances, adorei essa montagem especial que o pessoal da História Viva organizou, com imagens dos filmes, ilustrações dos livros e gravuras da época. Divirtam-se!
Os três mosqueteiros, como não ficar apaixonado por essa eletrizante história de Alexandre Dumas? Eu particularmente adoro todos os seus romances, adorei essa montagem especial que o pessoal da História Viva organizou, com imagens dos filmes, ilustrações dos livros e gravuras da época. Divirtam-se!
quarta-feira, 2 de maio de 2012
5˚ano: Museu do Ipiranga
Olá pessoal,
Nosso Estudo do Meio foi um sucesso!!!
Selecionei algumas fotos, basta clicar que elas aumentam!
Segue a apresentação que eu iria trabalhar em sala. Aproveitem e se organizem para o Estudo do Meio.
Nosso Estudo do Meio foi um sucesso!!!
Selecionei algumas fotos, basta clicar que elas aumentam!
Segue a apresentação que eu iria trabalhar em sala. Aproveitem e se organizem para o Estudo do Meio.
Museu do ipiranga
View more PowerPoint from Bruno Dinardi
Segue o link para o site oficial do museu:
http://www.mp.usp.br/
Segue o link para o site oficial do museu:
http://www.mp.usp.br/
domingo, 15 de abril de 2012
Olhar Digital: Muito legal tour visual para os principais museus do mundo!!!
Oi Pessoal,
Estava eu aqui corrigindo minhas muitas atividades quando ouço a matéria abaixo na Rede TV, é super legal e possibilita um tour virtual para muito museus do mundo e agora também do Brasil, eles fazem parte do google art project. Cliquem no link abaixo e assistam a matéria, ou simplesmente nos links e visitem as obras mais famosas de todos os tempos.
Divirtam-se!
http://www.googleartproject.com/
Direto para o Palácio de Versalhes: http://www.googleartproject.com/collection/palace-of-versailles/
Direto para o Palácio de Versalhes: http://www.googleartproject.com/collection/palace-of-versailles/
Na semana passada dois museus brasileiros passaram a integrar o "Art Project", do Google – a versão do "Street View" para espaços dedicados à arte. A gente mostrou aqui no Olhar Digital. Agora é possível fazer um passeio virtual pela Pinacoteca do Estado de São Paulo e também pelo Museu de Arte Moderna. No Brasil, quase 200 peças foram digitalizadas em altíssima definição. Algumas atingem o chamado "Gigapixel", com resolução de 7 bilhões de pixels.
Em todo o mundo, são mais de 150 espaços cheios de cultura para você visitar em 40 países diferentes. No "Olhar na Web" de hoje a gente vai mostrar algumas curiosidades deste acervo digital. Aproveite para viajar, aprender e conhecer um pouco mais da história mundial. Tudo sem sair de casa.
Nossa primeira dica para quem quer explorar o "Art Project" é fazer um tour pela Casa Branca, onde vive o presidente dos Estados Unidos. Ainda não dá pra ver o quarto ou escritório de Barack Obama. Mas é possível conhecer salões, escritórios e bibliotecas da sede do governo norte-americano. No caminho, são dezenas de quadros e esculturas e, claro, a chance única de visitar – ainda que virtualmente – o principal centro de poder do mundo.
Do outro lado do oceano, perto de Paris, o Palácio de Versailles, na França, é visita imperdível. O Palácio é gigantesco, mas apenas uma parte dele foi digitalizada. Durante o passeio, não deixe de prestar atenção nos tetos de cada sala: eles estão cheios de pinturas do século 17 e molduras folheadas a ouro. O Palácio de Versailles é um dos pontos turísticos mais visitados da França: recebe em média oito milhões de visitantes por ano. Ah, antes de sair, dê uma olhadinha pela janela. O palácio é cercado por um jardim gigantesco, um lago enorme e uma série de estátuas, vasos e fontes.
Com cerca de 9 mil anos de idade, esta é a máscara mais antiga do mundo! A peça está no Museu de Israel, em Jerusalém. Ela é uma das obras digitalizadas em altíssima definição. Aproximando o zoom, podemos ver detalhes até do material usado para construí-la. Realmente incrível. Aproveite a visita para apreciar também a arquitetura do Museu de Israel, o projeto impressiona.
Nossa última dica é, na verdade, um dos nossos favoritos. Não necessariamente pelas obras expostas, mas pela beleza do espaço e também do magnífico relógio localizado no alto do átrio principal do museu. Às margens do Rio Sena, em Paris, este é o Museu d'Orsay. Na visita virtual, é possível encontrar obras de Van Gogh e Monet, além de outras exposições temporárias. O local era originalmente uma estação ferroviária. Em 1973, durante a Segunda Guerra Mundial, serviu de centro de correios. Hoje é um dos museus mais famosos e bonitos do mundo.
Se você quiser encontrar os links diretos para conhecer esses lugares através do "Art Project", acesse nossa página. Junto ao texto desta matéria, a gente separou os endereços para você curtir essa viagem.
sábado, 14 de abril de 2012
1˚ano: Roma e Grécia
Olá Pessoal,
Questões adicionais:
1.
(Ufpr 2011) O
trecho abaixo foi escrito por Suetônio, biógrafo dos primeiros imperadores
romanos, nascido no final do século I d.C. Trata-se do registro de algumas
reformas feitas por Júlio César, logo após este ter assumido o poder. A partir
da leitura do texto, analise as principais mudanças na vida dos romanos no
contexto do final da República e início do Império romano.
“Distribuiu
oitenta mil cidadãos em colônias transmarinas. Para garantir que a cidade de
Roma não ficasse despovoada, proibiu a todo cidadão de mais de vinte e menos de
sessenta anos, à exceção dos que servissem no exército, ficar mais de três anos
fora da Itália. Proibiu os filhos de senadores de se ausentarem a não ser que
estivessem acompanhados de um comandante militar ou magistrado. Obrigou que os
pastores tivessem, ao menos, um terço dos criadores púberes livres de
nascimento. Aos médicos e profissionais liberais atuantes em Roma conferiu a
cidadania, a fim de fixá-los aí e atrair outros profissionais”.
(Suetônio, A vida dos doze césares, Vida de Júlio César, 42.)
2.
(G1 - ifce 2011) Acerca das civilizações
clássicas, considere as seguintes afirmativas.
I. A civilização grega fixou-se, em princípio, no
sul da península Balcânica, nas ilhas do mar Egeu e no litoral da Ásia Menor.
II. Roma foi fundada, segundo a lenda, na região do
Lácio, pelos irmãos gêmeos Rômulo e Remo.
III. Ao conquistarem as cidades gregas, os romanos
impuseram sobre elas sua própria cultura, eliminando, com isso, os valores
filosóficos, racionais, artísticos e religiosos gregos.
IV. Gregos e romanos legaram para a posteridade
importantes valores ligados, respectivamente, à participação política dos
cidadãos e ao Direito.
Está correto
o afirmado em
a) I, II e III, apenas.
b) II e III, apenas.
c) I, III e IV, apenas.
d) I, II e IV, apenas.
e) I, II, III e IV.
3.
(G1 - cps 2011) Os combates de gladiadores
surgiram no sul da Itália, chegaram a Roma no meio século III a.C. e foram
oficializados pelo Senado, em 105 a.C. Inicialmente realizados durante as
cerimônias fúnebres, pouco a pouco eles foram perdendo seu caráter sagrado e se
transformaram em manifestações laicas, no início da era cristã. Apesar de
escravos, os gladiadores eram esportistas de alto nível, pois cabia aos
promotores das lutas oferecerem um espetáculo de qualidade. Esses combates
representavam, para os gladiadores, cair nas graças da multidão, fato que os
levava à fama.
Para conquistar o reconhecimento do povo,
cidadãos importantes, desde líderes locais até o próprio imperador, ofereciam
esses espetáculos ao público.
O governo de Otávio Augusto (30 a.C.- 14
d.C.), visando aumentar a popularidade e diminuir as revoltas dos pobres da
cidade de Roma, ampliou a “política do pão e circo”.
(Revista História
Viva, ano V, nº 56. Adaptado)
Sobre esse momento
da história romana, é válido afirmar que
a) esses espetáculos públicos tinham um caráter
puramente religioso e evitavam as revoltas sociais,
pois os
romanos temiam a ira de seus deuses.
b) a “política do pão e circo”, no fim da era cristã,
manteve o caráter sagrado dos combates de
gladiadores,
pois muitos desses participantes ofereciam sua vida ao deus cristão.
c) a política do “pão e circo”, ampliada por Otávio
Augusto, pôs fim às desigualdades sociais entre
patrícios e
plebeus.
d) os combates entre gladiadores, promovidos nos
estádios, serviam para diminuir a insatisfação
popular
contra os governantes.
e) as lutas de gladiadores surgiram no sul da Itália
para pôr fim a revoltas sociais ocorridas no
governo de
Otávio Augusto, no século III a.C.
4. (Uepg 2010) Na antiguidade, na Grécia e
na Península Itálica, as respectivas sociedades organizavam-se, basicamente, em
homens livres (grandes proprietários e pequenos produtores) e escravos. Tanto
na Grécia como em Roma a necessidade de manter os escravos em submissão, de
ampliar o território e protegê-lo contra os inimigos externos, enfim, a
necessidade de legitimar a divisão da sociedade em classes, geraram graves
problemas sociais. A respeito desse tema, assinale o que for correto.
01) Durante o período imperial
romano, o sistema econômico assentou-se sobre o trabalho livre, realizado em
pequenas propriedades familiares, o que possibilitou a diluição dos conflitos
sociais.
02) Em Roma, a Realeza, a República
e o Império assistiram à luta entre patrícios e plebeus, ricos e pobres, em
episódios marcados por graves conflitos.
04) Roma procurou dar o caráter
de Império ao seu domínio sobre o mundo da época: em diversas regiões
conquistadas na Itália concedeu o direito de cidadania a uma parcela
significativa da mesma. Após o século III a.C., com a expansão pelo
Mediterrâneo, parte das elites vencidas foi igualmente aquinhoada com esse
direito.
08) Tanto na Grécia como em
Roma, a expansão escravista desacelerou o surto do comércio, comprometendo as
atividades de comerciantes, usurários e artesãos.
16) Na Grécia, as lutas sociais
entre a aristocracia territorial e os setores populares tornaram-se intensas
desde o século VII a.C. Politicamente elas se refletiam na revolta das massas
populares contra governos que não atendiam suas expectativas: Oligarquia,
Plutocracia, Tirania, Democracia, foram formas que, de um modo ou de outro,
garantiam os privilégios de poucos.
5. (Fatec 2009) As civilizações da antiguidade clássica - Grécia e Roma - desenvolveram
uma estrutura socioeconômica alicerçada no escravismo. Sobre essa temática,
pode-se afirmar que:
I.
a escravidão foi indispensável para a manutenção do ideal democrático em
Atenas, uma vez que os cidadãos ficavam desincumbidos dos trabalhos manuais e
das tarefas ligadas à sobrevivência.
II.
a escravidão foi abolida em Atenas quando Péricles estabeleceu o direito
político a todos os cidadãos, reconhecendo, dessa forma, a igualdade jurídica e
social da população da Grécia.
III.
os escravos romanos, por terem pequenas propriedades e direitos políticos,
conviveram pacificamente com os cidadãos romanos, como forma de evitar
conflitos e a perda de direitos.
IV.
os escravos romanos, que se multiplicavam com o expansionismo de Roma, estavam
submetidos à autoridade de seu senhor, e sua condição obedecia mais ao direito
privado do que ao direito público.
É
correto apenas o que se apresenta em:
a) I
e II.
b) I
e IV.
c) II
e III.
d) II
e IV.
e) III
e IV.
6. (Pucpr 2009) O pão faz parte da alimentação básica de vários povos ao longo da
história. Os habitantes da Roma Antiga comiam, sobretudo, pão feito de trigo.
Preocupado com as populações mais pobres de Roma, o legislador Caio Graco conseguiu
a aprovação de uma lei que venderia o trigo mais barato para o povo pobre das
regiões urbanas.
Essa
lei ficou conhecida como:
a) Lei
Canuleia.
b) Lei
Agrária.
c) Lei
Frumentária.
d) Lei
do Colonato.
e) Lei
Calpúrnia.
7.
(Upe 2009) Há
muitas especulações históricas sobre as origens de Roma e sua construção como
cidade centro de um grande império. Sobre o início da história de Roma, é
CORRETO afirmar que:
a) se fundou como obra de
gregos fugidos de Atenas e de Esparta, todos relacionados aos ideais de
nobreza.
b) não tinha, no seu litoral,
condições para construir bons portos, o que dificultou a sua organização
comercial.
c) foi frequentada pelos povos
gauleses, os grandes organizadores da sua vida social e republicana.
d) tinha territórios
favoráveis à defesa natural contra os inimigos políticos, daí o fortalecimento
de suas tropas militares.
e) possuía lendas que
explicavam seu surgimento na Península Itálica, embora elas não tivessem
aceitação popular.
8. (Uel 2009) "Lucius Aurelius, liberto de Lucius César, Nicomedes, chamado
Ceionius e Aelius; foi criado de quarto de Lucius César e preceptor do divino
Verus imperador; foi distinguido pelo divino Antonino com o cavalo público e
com o sacerdócio de Caenina, bem como com o pontificado menor; foi feito por
este mesmo imperador procurador da pavimentação das ruas e prefeito dos
veículos; foi encarregado pelo imperador Antonio Augusto e pelo divino Verus do
abastecimento do exército e ganhou uma lança pura, um estandarte e uma coroa
mural; procurador das contas municipais; está enterrado aqui com sua mulher
Ceionia Laena".
(Inscrição Funerária. Roma. Século
II d. C. In: CARDOSO, C. F. "Trabalho compulsório na Antiguidade".
Rio de Janeiro: Graal, 1984. p.138.)
É
correto afirmar que o texto:
a) Representa
o quotidiano de um aristocrata rural empobrecido e que se tornou funcionário
público para sobreviver, indicando uma mobilidade social descendente, o que
comprova a seletividade das castas militares na Roma Antiga.
b) Descreve
as funções públicas que um homem livre pobre exerceu ao longo de sua vida,
evidenciando que este se tornou rico e poderoso, o que comprova a dissolução
das antigas castas da sociedade imperial.
c) Trata-se
de um ex-escravo que deixou registrado em seu epitáfio o processo de ascensão
econômica e política pelo qual passou ao longo de sua vida, o que comprova a
existência de um processo de mobilidade social na Roma imperial.
d) Descreve
o quotidiano de um nobre pertencente à aristocracia, cujas atividades durante a
República eram a guerra e o comércio o que comprova a impermeabilidade dessa
casta aos novos ricos vinculado às atividades agrícolas.
e) Representa
o dia a dia de um homem pobre que, ao longo de sua vida, trabalhou como
funcionário público, o que comprova a eficácia da mobilidade social na Roma
republicana.
9. (Unifesp 2009) (...) não era a falta de mecanização [na Grécia e em Roma] que tornava
indispensável o recurso à escravidão; ocorrera exatamente o contrário: a presença
maciça da escravidão determinou a "estagnação tecnológica"
greco-romana.
(Aldo Schiavone. "Uma história
rompida: Roma antiga e ocidente moderno". São Paulo: Edusp, 2005.)
A
escravidão na Grécia e na Roma antigas:
a) Baseava-se
em características raciais dos trabalhadores.
b) Expandia-se
nos períodos de conquistas e domínio de outros povos.
c) Dependia
da tolerância e da passividade dos escravos.
d) Foi
abolida nas cidades democráticas.
e) Restringia-se
às atividades domésticas e urbanas.
10. (Uel 2008) "Os animais da
Itália possuem cada um sua toca, seu abrigo, seu refúgio. No entanto, os homens
que combatem e morrem pela Itália estão à mercê do ar e da luz e nada mais: sem
lar, sem casa, erram com suas mulheres e crianças. Os generais mentem aos
soldados quando, na hora do combate, os exortam a defender contra o inimigo
suas tumbas e seus lugares de culto, pois nenhum destes romanos possui nem
altar de família, nem sepultura de ancestral. É para o luxo e enriquecimento de
outrem que combatem e morrem tais pretensos senhores do mundo, que não possuem
sequer um torrão de terra.
(Plutarco, Tibério Graco, IX, 4. In:
PINSKY, J. "100 Textos de História Antiga". São Paulo: Contexto,
1991. p. 20.)
Com
base no texto e nos conhecimentos sobre o tema, pode-se afirmar que a Lei da
Reforma Agrária na Roma Antiga
a) proposta
pelos irmãos Graco, Tibério e Caio, era uma tentativa de ganhar apoio popular
para uma nova eleição de Tribunos da Plebe, pois pretendiam reeleger-se para
aqueles cargos.
b) proposta
por Tibério Graco, tinha como verdadeiro objetivo beneficiar os patrícios,
ocupantes das terras públicas que haviam sido conquistadas com a expansão do
Império.
c) tinha
o objetivo de criar uma guerra civil, visto que seria a única forma de colocar
os plebeus numa situação de igualdade com os patrícios, grandes latifundiários.
d) era
vista pelos generais do exército romano como uma possibilidade de enriquecer,
apropriando-se das terras conquistadas e, por isto, tinham um acordo .rmado com
Tibério.
e) foi
proposta pelos irmãos Graco, que viam na distribuição de terras uma forma de
superar a crise provocada pelas conquistas do período republicano, satisfazendo
as necessidades de uma plebe numerosa e empobrecida.
11. (Uepg 2008) A luta entre patrícios e plebeus engendrou um lento processo
institucional que proporcionou a Roma as condições necessárias para conquistar
a Itália e o Mediterrâneo. Sobre este processo, assinale o que for correto.
01) Apenas
uma das colônias gregas na península itálica, Talento, recusou a preponderância
romana. Pirro comandou a resistência, mas suas vitórias não foram decisivas.
02) As
Guerras Púnicas, conflito entre Roma e Cartago, foram motivadas pela expansão
dos persas no mundo mediterrâneo.
04) A
política expansionista de Roma apresentou inicialmente alguns objetivos
básicos: a defesa frente a povos rivais e a obtenção de terras para agricultura
e pastoreio, mas logo ela tornou-se uma fonte valiosa de riquezas, como metais
preciosos e escravos.
08) Após
vencer Cartago, Roma instituiu a reforma agrária nas terras conquistadas.
16) O
fortalecimento do exército romano foi resultado de três fatores: o aumento da
população romana, a expansão das conquistas e a experiência adquirida nas
guerras.
12. (Ufrgs 2008) A história da civilização romana foi pautada por seu caráter
expansionista, um dos pilares de uma complexa economia baseada nas riquezas
oriundas da exploração sistemática dos povos conquistados.
Considere
as afirmações a seguir, relacionadas com as estratégias de expansão e submissão
adotadas pelos romanos.
I
- Os inimigos derrotados eram obrigados a pagar multas e resgates, e a arcar
com pesados tributos após a anexação.
II
- Os romanos criaram uma vasta rede de abastecimento alimentício entre as
províncias e Roma, evitando as tensões sociais decorrentes do flagelo da fome.
III
- Os "negotiatores" atuavam como elos comerciais entre Roma e as
províncias, e enriqueceram as custas de empréstimos abusivos para os
autóctones.
Quais
estão corretas?
a) Apenas
I.
b) Apenas
II.
c) Apenas
I e III.
d) Apenas
II e III.
e) I,
II e III.
13. (Unicamp 2007) As figuras escavadas em pedra nos mármores de Elgin, que circundavam o
Parthenon, encorajavam as esperanças dos atenienses. Assim batizadas em honra
do nobre inglês que as levou para Roma no século XIX, elas podem ser apreciadas
hoje no Museu Britânico. Nos mármores estão esculpidas cenas em honra da
fundação de Atenas e aos seus deuses. Celebrava-se o triunfo da civilização
sobre o barbarismo.
(Adaptado de Richard Sennett,
"A pedra e a carne. O Corpo e a Cidade na Civilização Ocidental". Rio
de Janeiro: Record. 2003, p. 37.)
a)
O que significava "bárbaro" na Atenas Clássica?
b)
Segundo o texto, o que o Parthenon e seus mármores significavam?
c)
Explique por que a apropriação desses mármores pelos ingleses se dá no século
XIX.
14. (Uece 2007) A história política da Roma antiga é dividida em três etapas: a
Monarquia, a República e o Império.
Sobre
a participação dos plebeus no Regime Republicano, é correto afirmar:
a) a instalação da República foi um ato
revolucionário dos plebeus, que afastaram os patrícios do poder, criando a Assembleia
Popular.
b) a criação da Assembleia da Plebe resultou da
resistência dos plebeus contra o controle do poder político republicano nas
mãos dos patrícios.
c) o envolvimento da plebe na "res
publica" (coisa pública) romana rompeu com a estrutura social, afastando
os patrícios do poder.
d) o controle do poder pelos plebeus, criando
leis populares, justificou o apoio dos patrícios à instalação do Império de
Júlio César.
15. (Fgv 2007) "Para ganhar o favor popular, o candidato deve conhecer os
eleitores por seu nome, elogiá-los e bajulá-los, ser generoso, fazer propaganda
e levantar-lhes a esperança de um emprego no governo. (...) Talvez sua renda
privada não possa atingir todo o eleitorado, mas seus amigos podem ajudá-lo a
agradar a plebe. (...) Faça com que os eleitores falem e pensem que você os
conhece bem, que se dirige a eles pelo seu nome, que sem parar e
conscienciosamente procura seu voto, que você é generoso e aberto, que, mesmo
antes do amanhecer, sua casa está cheia de amigos, que todas as classes são
suas aliadas, que você fez promessas para todo mundo e que as cumpriu,
realmente, para a maior parte das pessoas."
(Marco Túlio Cícero, "Notas
sobre as eleições")
As
práticas políticas na antiga Roma nos fazem refletir sobre as atuais. Essas
palavras de Cícero (106-43 a.C.) revelam
a) a
concessão de favores, por parte dos eleitores, para cativar os candidatos.
b) a
necessidade de coagir o eleitorado para conseguir seu apoio.
c) o
desinteresse da população diante do poder econômico dos candidatos.
d) a
existência de relações clientelistas entre eleitores e candidatos.
e) a
pequena importância das relações pessoais para o sucesso nas eleições.
16. (Fgv 2006) Com a expansão do poder romano [sob a República], tornou-se enorme a
diferença entre a pequena cidade nascida às margens do Tibre e a Roma todo-poderosa,
agora senhora do Mediterrâneo. A economia, a política, a vida social e
religiosa dos romanos passaram por profundas modificações.
(José Jobson de A. Arruda e Nelson
Piletti, "Toda a História")
Entre
as modificações que se pode identificar está
a) a
prosperidade do conjunto da plebe, maior beneficiária da ampliação do mercado
consumidor em função das províncias conquistadas.
b) a
disseminação da pequena propriedade, com a distribuição da terra conquistada
aos legionários, maiores responsáveis pela expansão.
c) a
crescente influência cultural dos povos conquistados, em especial os gregos,
alterando as práticas religiosas romanas.
d) o
enrijecimento moral de toda a sociedade, que passou a não mais tolerar as
bacanais - festas em honra ao deus Baco.
e) a
criação e consolidação do colonato como base da economia romana e sua
disseminação pelas margens do mar Mediterrâneo.
17. (Ufg 2006) Leia o texto a seguir:
O
texto oferece subsídios para a compreensão do processo de
a) fixação
de colônias romanas nas regiões conquistadas.
b) cobrança
dos tributos em escravos e em espécie para Roma.
c) expansão
romana em direção ao Norte, no final do período republicano.
d) estabelecimento
de alianças políticas de Roma com os povos vencidos.
e) fortalecimento
do poder senatorial romano em relação ao poder imperial.
18. (Enem 2000) "Somos
servos da lei para poderos ser livres."
Cícero
"O
que apraz ao príncipe tem força de lei."
Ulpiano
As
frases acima são de dois cidadãos da Roma Clássica que viveram praticamente no
mesmo século, quando ocorreu a transição da República (Cícero) para o Império
(Ulpiano).
Tendo
como base as sentenças acima, considere as afirmações:
I.
A diferença nos significados da lei é apenas aparente, uma vez que os romanos
não levavam em consideração as normas jurídicas.
II.
Tanto na República como no Império, a lei era o resultado de discussões entre
os representantes escolhidos pelo povo romano.
III.
A lei republicana definia que os direitos de um cidadão acabavam quando
começavam os direitos de outro cidadão.
IV.
Existia, na época imperial, um poder acima da legislação romana.
Estão
corretas, apenas:
a) I
e III.
b) I
e III.
c) Il
e III.
d) II
e IV.
e) III
e IV.
19. (Unesp 1999) "A atividade dos Gracos foi objeto de debates apaixonados e
formulavam-se sobre ela os juízos mais diversos (... ). Os políticos romanos
dividiam-se nitidamente em dois grupos ou partidos, pelos quais os Gracos eram
considerados heróis ou criminosos."
(M. Rostovtzeff. "História de
Roma".)
O
autor refere-se aos irmãos Tibério e Caio Graco, tribunos da Assembleia da
Plebe de Roma no século II a.C.
a)
Como estava constituída a sociedade romana na época de atuação dos irmãos
Tibério e Caio Graco?
b)
Dê uma razão pela qual os irmãos Graco eram "objeto de debates
apaixonados".
20. (Unicamp 1997) "Augusto conquistou os soldados com presentes, o povo com pão
barato, e todos os homens com os frutos da paz. Assim tornou-se
progressivamente mais poderoso, congregando em si as funções do Senado, dos
magistrados e das leis."
(Tácito, Anais 1.2,
MOSES HADAS, ED., THE COMPLETE WORKS OF TACITUS, NEW YORK, RANDOM HOUSE, 1942,
p. 3).
a)
Identifique o período da história de Roma tratado nesse texto.
b)
A partir dos elementos indicados no texto, caracterize o Estado romano durante
esse período.
21. (G1 1996) Por que Roma ficou rica durante as Guerras Expansionistas?
TEXTO PARA A
PRÓXIMA QUESTÃO:
Na(s)
questão(ões) a seguir, escreva no espaço apropriado a soma dos itens corretos.
22. (Ufpr 1992) Na antiguidade, Roma estendeu amplamente seu território e dominou povos
diversos, criando um império em redor do mar Mediterrâneo. São marcas dessa
expansão e contatos:
01) A
elaboração do "Jus Gentium" ("direito das gentes").
02) A
organização das províncias como unidades administrativas do governo.
04) A
implantação de extensa rede de estradas e difusão do latim como língua oficial.
08) A
democratização da propriedade da terra.
16) A
concessão de cidadania romana apenas aos que tivessem pai e mãe romanos.
23. (Unicamp 1991) Na Roma antiga, o escravo era considerado um animal de trabalho sobre o
qual o senhor detinha o direito de vida e de morte.
a)
Em quais condições alguém se tornava escravo na Roma antiga?
b)
Relacione três das principais atividades em que a mão de obra escrava era
utilizada.
24. (Unesp 1991) Os romanos davam aos fenícios o nome de "puni". Cartago,
antiga colônia fenícia, teve que enfrentar Roma numa série de guerras que
duraram, com longos intervalos de trégua, mais de um século (264-146 aC).
Esclareça o grande motivo da rivalidade crescente entre as duas cidades e
indique a principal decorrência para Cartago ao final da terceira guerra
púnica.
Bom estudo a todos!
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