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domingo, 11 de agosto de 2024

York Castle Museum: uma viagem a York de outros tempos

    O York Castle Museum teve início a partir da coleção de um médico, o Dr John Kirk, um ávido colecionador que desejava preservar o modo de vida da Era Vitoriana por meio de itens do cotidiano. Muitas vezes, o Dr. Kirk aceitava os objetos que hoje estão expostos como forma de pagamento pelas consultas médicas. 
     O espaço mais incrível do museu foi batizado em homenagem ao Dr. Kirk: Kirkgate, a rua vitoriana. 

    

        
    O museu foi inaugurado em 1938, mas o edifício é muito mais antigo. Ele foi construído em 1780 para expandir a superlotada prisão de York. 
     

The Period Rooms - Salas de diferentes períodos

    A visita a esses espaços nos possibilita visualizar como as pessoas viviam entre os séculos XVII e XIX. Cada um dos quatro espaços - para cada respectivo século, é como uma janela que possibilita uma viagem no tempo, há um trecho explicativo, como a folha de um diário, onde uma mulher descreve o ambiente de acordo com as características de cada época. Eu os traduzi a seguir.  


Diário de uma senhora do século XVII, março de 1698


    Ouvi dizer que há quase 13.000 pessoas morando em York agora. Tantas pessoas! É difícil acreditar que a cidade viu cinco surtos de peste e uma Guerra Civil em pouco mais de 100 anos, mas felizmente ela se recuperou e agora está florescendo. York é um importante porto interior, com mercadorias sendo enviadas de e para cidades de todo o país.


     Imagino o que meus ancestrais fariam com tudo isso. Nossa casa é certamente diferente do que minha bisavó teria conhecido. Não compartilhamos mais nossas refeições com os empregados em um salão comunitário. Nossa nova chaminé de tijolos significa que a lareira não precisa ficar no centro da sala, e temos dois andares! Nossa sala de jantar tem alguns dos melhores painéis e móveis de carvalho de Yorkshire. O berço de Thomas e o baú que me deram no dia do meu casamento são tão lindamente esculpidos. O mais emocionante é que temos canos de madeira que nos fornecem água fresca do Ouse (o rio que atravessa York)!




Diário de uma senhora georgiana, junho de 1780


    Ouvi dizer que nossos vizinhos estão construindo uma casa nova e contratando o famoso arquiteto John Carr para projetá-la. Imagine isso. Nossa casa não foi construída por ninguém famoso, mas o desenho do quarto tem lindos painéis de pinho e um carpete - que luxo! Nosso pintor garante que ela é pintada com uma cor de muito bom gosto e que nossas cadeiras têm os designs mais atualizados do guia de marceneiros e estofadores da Hepplewhite. 


    Com York se tornando um centro social, é muito importante acertar as coisas. James insistiu em instalar uma figura pintada na sala de estar. Ele diz que se chama companheiro silencioso ou prancha falsa e manterá os ladrões afastados. Certamente é uma decoração interessante. Ele pode ficar de olho nos talheres e no meu adorável cravo também - é feito por Thomas Haxby que faz os melhores instrumentos musicais de York, eu adoro tocá-los.


Diário de uma Mulher moorland (que vive na charneca), outubro de 1850

A porta da casa por Henry Bright, 1864

    A vida nas charnecas (Moorland) é um trabalho árduo. Eu, John e nossos três pequeninos ocupamos todos o mesmo quarto. Suponho que não posso reclamar, temos tudo o que precisamos, o que é mais do que alguns podem ter. 
    Nossa cama é boa e sólida. Está na minha família há anos e tivemos sorte de ter sido passado para nós junto com outros móveis. Comprei alguns enfeites e algumas fotos. Não são nada sofisticados, mas acho que alegram o lugar.



    Pode ser solitário aqui, mas ter a bola da bruxa na janela para afastar qualquer mal me faz sentir melhor. Devo me lembrar de verificar quanta turfa nos resta. Se não mantivermos o fogo aceso não teremos comida ou água quente ou água quente.         Meu John diz que metade da população do país vive agora em cidades e o nosso modo de vida provavelmente não existirá por muito mais tempo. Eu me pergunto se ele está certo.


Kirkgate - 1870 - 1901

  • A rainha Vitória ocupava o trono. O Império Britânico ocupava 1/4 do planeta.
  • York cresceu muito à medida que pessoas abandonaram o campo em busca de melhores condições de vida nos centros urbanos. 
  • Os maiores empregadores da cidade eram as ferrovias e as indústrias têxteis. 
  • 1/3 da população vivia na pobreza. A superlotação, a má saúde e a dieta das moradias operárias na cidade eram similares às de Londres. 
  • Mais adultos se tornaram alfabetizados. Os homens tinham direito ao voto, mas as mulheres eram excluídas. 
  • Todas as crianças podiam ir à escola gratuitamente, embora as crianças pobres precisassem trabalhar para complementar a renda familiar. 

Diário de uma senhora vitoriana, maio de 1872


    Já se passaram quase três meses desde que nos mudamos para cá. Diverti-me muito decorando a sala, o melhor cômodo da nossa casa. A produção industrial em massa tornou alguns luxos acessíveis para nós e enchi a sala com móveis da moda, ornamentos e todo tipo de bugigangas. Charles diz que parece um pouco lotado, mas isso é moda agora.



  Só podemos pagar uma criada, uma empregada doméstica para todos os trabalhos. Ela tem apenas 15 anos, mas se sai bem com todo o trabalho pesado. 
  York está crescendo rapidamente. Ouvi dizer que há mais de 50.000 pessoas na cidade. Estou tão feliz por vivermos em subúrbios arborizados onde o ar é bom. Nossos vizinhos são médicos e banqueiros – todos pessoas muito gentis. 
   Na semana passada levei uma cesta de caridade para os pobres que vivem perto do centro da cidade. Tanta pobreza e superlotação em Walmgate, Groves e Clementhorpe. É tão triste que algumas pessoas não possam trabalhar por causa de acidentes ou doenças.

Kirkgate, a rua coberta mais antiga do gênero no Reino Unido

  Kirkgate deve o seu nome ao fundador do museu, Dr. Kirk – ele era um médico com um profundo interesse no passado e queria proporcionar aos visitantes a experiência de voltar no tempo. 
    Os objetos que formam a rua, desde os postes de luz até os cochos dos cavalos, são itens originais do período vitoriano e anteriores, até as carruagens são originais, assim como quase todas as vitrines das lojas. 




    Como uma rua real, Kirkgate é composta por construções de diferentes épocas. O mais antigo é o grande edifício com estrutura de madeira que abriga a loja de doces Barton's, mas foi originalmente construído em Stamford, Lincolnshire, no século XVI e, na década de 1930, foi desmontado e reconstruído aqui como parte do museu.





     Todas as lojas de Kirkgate são baseadas em lojas e negócios reais que funcionaram em York entre 1870 e 1901. Esta foi uma época em que a cidade já era um destino turístico, conhecida pelas suas obras ferroviárias e fábricas de confeitaria.









    A loja de brinquedos é repleta de jogos, animais de madeira, soldadinhos, bonecas, ursos e presentes das décadas finais do século XIX.


    Essa loja está repleta de artigos de luxo, brinquedos, instrumentos musicais e jóias vindas da China. No final do século XIX, eram conhecidas como Bazares. 
    Os pais viam os brinquedos como estratégias para a educação dos filhos. Às meninas, bonecas, louças e outros objetos de uso domésticos, já para os meninos, microscópios, soldados e outras novidades tecnológicas. 




    No entanto, apesar de toda riqueza e das lojas repletas de luxos, York também reunia áreas de extrema pobreza. 
    Relatórios do início do século XX, demonstram que as condições nas moradias operárias de York eram ainda mais precárias do que as de Londres. 



Nos fundos de Kirkgate, você pode visitar Rowntree Snicket, que abriga o Poor Dwelling e o Candlemaker's. Cartazes de propaganda desbotados e surrados estão espalhados por todo o  lugar. 



   No final do século XIX, muitas famílias viviam amontoadas em casas de um único cômodo, sem cozinha, banheiro ou água encanada. 
    Rowntree Snicket recebeu o nome de Seebohm Rowntree, que fez um relatório sobre a pobreza em York. As reconstituições da casa operária e do beco, o Snicket e o Poor Dwelling são baseados nas descrições dessa equipe.


    Ao adentrar o beco, há o som do bebê chorando, a iluminação torna-se mais fraca, as paredes rachadas e úmidas, os tijolos estão expostos. 


     Em uma das portas é possível adentrar uma dessas moradias. É dali que vem o choro incessante do bebê. Há ainda uma cama estreita e baixa, uma mesa com os restos de uma refeição e uma cópia de um jornal, provavelmente para alimentar a lareira/fogão. 




 Negócios desagradáveis ​como a produção das velas e outros perigosos ficavam desse lado - o lado pobre - da cidade. 


    Fazer velas era um negócio terrivelmente mau cheiroso - as mais baratas eram feitas de sebo,  gordura animal derretida 🤢. 
   

    Ao serem acesas, as elas exalavam o mesmo mal cheiro, porém eram mais baratas e foram largamente utilizadas pelos mais pobres ao longo do século XIX. 


    Uma fábrica como a representada em Kirkgate poderia produzir até 7 mil velas por dia e empregava jovens meninos como aprendizes, já que eles recebiam 1/4 do salário de um homem adulto, além de trabalharem muitas horas em condições arriscadas. 


Nessa área também fica a funerária Rymer. A sala em que está localizada no museu costumava ser, nos primeiros dias da antiga prisão de York, "The Drop", o lugar onde os prisioneiros condenados esperavam antes de serem levados para a forca.


    


Século XIX: operários das fábricas entre 9 e 11 anos

Se você fosse uma criança ou um adolescente pobre no século XIX, a vida seria difícil. 
Seria necessário trabalhar entre 14 e 18 horas diárias para receber um salário miserável, mas essencial para ajudar na sobrevivência de sua família. 
Muitas crianças eram contratadas para limpar embaixo das máquinas enquanto elas estavam funcionando 😮, o que ocasionava, obviamente, muitos acidentes. Havia riscos de, ao prender os dedos, perder a mão 😨. 
Não havia leis ou proteção aos trabalhadores, nem para as crianças. 

Regulamentação infantil na Inglaterra 

1. Em 1833, a Lei da Fábrica de 1833 proibiu crianças menores de nove anos de trabalhar nesses espaços. 
2. Em 1840, a Lei de Regulamentação de Varredores de chaminés proibiu o trabalho de crianças, que antes escalavam as construções para desobstruir os dutos. 
3. A partir de 1880, o Forster Elementary Act, estabeleceu que entre 5 e 10 anos, as crianças deveriam ir à escola. 
4. Finalmente, em 1893, a Lei de Educação Primária de Frequência Escolar estabeleceu que crianças deveriam frequentar a escola até os treze anos. 



Século XXI: crianças e adolescentes estudantes

Hoje, felizmente, as crianças e adolescentes ingleses são protegidos pela lei - assim como no Brasil- devem estudar e se desenvolver de forma plena. Qualquer atividade que comprometa a saúde, a segurança ou a educação é proibida 🚫. 

Para saber mais: https://www.yorkcastlemuseum.org.uk/

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

8 ano: I e II Revolução Industrial - O que se deve saber



Na BNCC: 

(EF08HI03) Analisar os impactos da Revolução Industrial na produção e circulação de poderes, produtos e culturas.

(EF08HI23) Estabelecer relações causais entre ideologias raciais e determinismo no contexto do imperialismo europeu e seus impactos na África e na Ásia.

(EF08HI24) Reconhecer os principais produtos utilizados pelos europeus, originários do continente africano durante o imperialismo e analisar seus impactos nas comunidades locais na forma de organização e exploração econômica. 


A Primeira Revolução Industrial 

É preciso ser capaz de:

  • Apresentar as causas responsáveis pelo pioneirismo inglês no processo de industrialização.
  • Diferenciar a produção artesanal e a maquinofatureira. 
  • Analisar por que o conceito Revolução é utilizado para caracterizar esse processo - apresentar as inovações tecnológicas e sociais da I Revolução Industrial.
  • Descrever a estrutura das primeiras fábricas quanto à tecnologia.
  • Explicar a nova dinâmica econômica da Europa no final do século XVIII: o capitalismo e suas consequências econômicas e sociais. 
  • Conceituar proletariado. 
  • Apresentar as péssimas condições dos trabalhadores das primeiras fábricas nos séculos XVIII e XIX.
  • Conceituar Ludismo. 

A Segunda Revolução Industrial

É preciso ser capaz de: 

  • Entender como foi possível que outros países passassem pela Revolução Industrial. 
  • Conceituar mundialização da revolução. 
  • Apresentar as características da II Revolução Industrial, destacando as diferenças em relação à Primeira Revolução Industrial.
  • Apresentar quais as novas fontes de energia passam a ser utilizadas. 
  • Listas as novas tecnologias produzidas.
  • Analisar os aspectos positivos e negativos desse processo.  
  • Explicar como a burguesia, um dia revolucionária, se tornou conservadora.
  •  Analisar como o aparecimento de novas ideologias, como o anarquismo e o socialismo científico, transformaram o modo de reivindicação dos trabalhadores. 

Novas formas de ocupação e exploração: O Imperialismo

Conceitos centrais 

               Imperialismo ➡️ Exploração ➡️ Etnocentrismo

     ⬇️

Imperialismo = Impérios coloniais (fora da Europa)

     ⬇️

II Revolução Industrial - aumento da produção de industrializados dos países europeus: mas vender para quem? Se tornou necessário buscar mercados consumidores fora da Europa.
       ⬇️

➡️ NEO - COLONIALISMO (nova forma de explorar colônias – século XIX); 

MONOPÓLIO = EXCLUSIVISMO COMERCIAL

⬇️

Novos territórios para exploração: África e Ásia
⬇️

Busca de mercado consumidor (vender os produtos) + matéria-prima.

⬇️

Fardo do homem branco: missão civilizadora

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Resistência local: guerras, mas a superioridade bélica e tecnológica dos europeus garantiram o controle dos territórios. 

É preciso ser capaz de: 

  • Explicar o que foi o movimento imperialista. 
  • Apresentar as causas e as consequências da Conferência de Berlim.
  • Diferenciar o colonialismo do século XVI e o imperialismo no século XIX e início do século XX. 
  • Relacionar o Imperialismo ao Etnocentrismo. 
  • Descrever o processo de ocupação territorial e exploração econômica e social estabelecidas a partir do imperialismo.
  • Aponte as estratégias de dominação utilizadas pelos europeus para dominar os territórios da África e da Ásia durante o imperialismo. 
  • Analisar as consequências do Imperialismo para os países industrializados (que dominaram) e para os países que foram dominados.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

8˚ano: Revolução Industrial - atividades

Atualizado em 5 março de 2025

Na BNCC: 

(EF08HI03) Analisar os impactos da Revolução Industrial na produção e circulação de poderes, produtos e culturas.
(EF08HI23) Estabelecer relações causais entre ideologias raciais e determinismo no contexto do imperialismo europeu e seus impactos na África e na Ásia.
(EF08HI24) Reconhecer os principais produtos utilizados pelos europeus, originários do continente africano durante o imperialismo e analisar seus impactos nas comunidades locais na forma de organização e exploração econômica.

1. Organize seu conhecimento sobre a Revolução Industrial, escreva em poucas palavras: 

a. País em que teve origem e período. 
b. Primeiro setor a se industrializar. 
c. Fonte de energia. 
d. nova forma de organização social que se desenvolveu. 


Ler e interpretar

2. Carneiros Bravios:


“Vossos carneiros, que acostumados a ser tão mansos e dóceis e comer tão pouco, tornaram-se agora, ao que ouço dizer, tão grandes devoradores e tão bravios que comem e engolem inteiros os próprios homens. Nobres cavalheiros não deixam terreno para os lavradores, transformam tudo em pastagens cercadas; derrubam casas; arrasam cidades e não deixam nada de pé. Os lavradores são expulsos do que lhes pertence, ou então, seja pela astúcia e pela fraude, seja pela opressão violenta (…) ficam tão amofinados que são compelidos a vender tudo; por um meio ou por outro, por bem ou por mal, tem de ir embora. E quando gastaram tudo nessa vida errante, que podem fazer senão roubar e depois ser inevitavelmente enforcados, ou então pedir esmolas?”

Thomas Morus. A utopia, 1516. Citado em MORTON, A. L. A História do povo inglês. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1970. P. 141-142.

Vocabulário
Amofinado: afligir. 
Compelidos: obrigar pela força da lei. 
Errante: que anda sem destino certo.

O autor utiliza-se de figuras de linguagens para ilustrar um importante fato da Revolução Industrial. Segundo o texto, os carneiros, antes mansos e de apetite moderado, tornaram-se violentos e devoradores de vegetais e homens. 

a. Qual a relação entre as informações apresentadas pelo autor e a Revolução Industrial?

b. Apresente duas mudanças ocorridas na vida das pessoas que vivenciaram este processo. 

c. Quais fatores propiciam à Inglaterra ser a primeira potencia a se industrializar?


3. Leia o texto do historiador britânico Eric Hobsbawn. 

Acima de tudo na prática, sempre que possível, pagar tão pouco ao operário que ele tivesse que trabalhar incansavelmente durante toda a semana para obter uma renda mínima. Nas fábricas onde a disciplina do operariado era mais urgente, descobriu-se que era mais conveniente empregar as dóceis (e mais baratas) mulheres e crianças.
HOBSBAWN, Eric. A era das revoluções. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2003.
a. Segundo o texto, qual o objetivo dos patrões em contratar crianças para o trabalho nas fábricas?

b. Apresente as condições de trabalho das mulheres e crianças nas fábricas da I Revolução Industrial. 

4. Organize seu conhecimento sobre a II Revolução Industrial, escreva em poucas palavras: 

a. Países envolvidos nesse processo e período
b. Setores a se industrializar. 
c. Fontes de energia. 


5. Leia o texto, analise a imagem.

Cecil John Rhodes, nasceu em 5 de julho de 1853 em Bishop's Stortford, Inglaterra e faleceu aos 48 anos em 26 de março de 1902 em Muizenberg, cidade da Cidade do Cabo, na África do Sul, foi um empresário e político que viveu uma vida curta, mas grandiosa.

Fundou a British South Africa Company, empresa cujo objetivo era a colonização e exploração econômica dos atuais Zâmbia, Malawi e Zimbábue e da empresa de diamantes De Beers, foi primeiro-ministro da Colônia do Cabo, na África do Sul, de 1890 a 1896.

Além disso, Cecil John Rhodes foi um fervoroso defensor do imperialismo britânico. Vários territórios africanos do Império Britânico levaram seu nome, incluindo a Rodésia do Norte, hoje Zâmbia, e a Rodésia do Sul, hoje Zimbábue.


África Britânica do Cairo ao Cabo segundo Rodes


a. Retire do texto uma frase que melhor o caracterize. Explique sua escolha.
b. Indique outros fatores econômicos para a expansão imperialista.
c. Relacione o político e empresário britânico Cecil Rhodes ao Imperialismo.